Plantão Policial

PC conclui inquérito e indicia ex-namorado e amigo pela morte de Patrícia

A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), de Palmas, concluiu na tarde de ontem (25) o inquérito que apurava as circunstâncias da morte de Patricia.

Foto: Reprodução Internet
  • Da Redação
  • 25 de agosto de 2018

A Polícia Civil do Tocantins, por intermédio da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), de Palmas, concluiu na tarde desta sexta-feira (24) e enviou ao Poder Judiciário, o inquérito que apurava as circunstâncias da morte da jovem Patrícia Aline Santos.

O Delegado Israel Andrade, responsável pelo caso, indiciou os investigados Iury Italu Mendanha e Silas Barreiro Borges dos Santos pelos crimes de homicídio qualificado (por motivo fútil, dissimulação e feminicídio), previsto no art. 121, § 2º, incisos II, IV e VI do Código Penal e porte ilegal de arma de fogo, previsto no art. 14 da Lei 10826/03 (Estatuto do Desarmamento).

Desta forma, o relatório final, com a conclusão do caso, foi remetido ao Poder Judiciário para a realização das providências legais cabíveis. 

Relembre o caso

O corpo de Patrícia Aline Santos foi encontrado, no início da manhã do dia 9 de agosto, próximo a um shopping de Palmas. Exames comprovaram que a jovem foi assassinada com três tiros, sendo dois na cabeça e um no tórax. 

Imediatamente, a Polícia Civil, através da DHPP, começou a investigar o caso e a levantar evidências a fim de solucionar o crime e descobrir o autor. As investigações da DHPP apontaram que Iury Mendanha, ex-namorado da vítima, era o principal suspeito de ter assassinado a vítima.

Desse modo, a Polícia Civil intensificou as investigações e passou a tentar localizar o paradeiro de Iury e de seu amigo Silas Barreiro, acusado de ter prestado auxílio no assassinato de Patrícia. Com a prisão decretada, os dois homens foram capturados, no município de Campos Lindos, no dia 14 de agosto.

Os dois foram trazidos para Palmas, onde prestaram depoimento ao Delegado Israel Andrade e, em seguida, foram encaminhados à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecem desde então. (Com informações da SSP/TO)

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