Eduardo Paes sugere escolha por Beyoncé em Copacabana e gera expectativa por show histórico
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, deixou nas entrelinhas a possibilidade de um anúncio que pode transformar novamente Copacabana em palco de um espetáculo mundial. Em fala recente, Paes não confirmou oficialmente, mas sugeriu que a praia carioca pode receber Beyoncé em um show gratuito, nos moldes de outros eventos que marcaram a história da cidade.
A insinuação foi suficiente para mobilizar fãs e especialistas em cultura. Nas redes sociais, a expectativa cresceu rapidamente, com hashtags e fanpages já especulando sobre a volta da artista ao Brasil, após a passagem pelo Rock in Rio de 2013. Produtores culturais avaliam que, caso confirmado, o show teria impacto semelhante ao de megaconcertos anteriores em Copacabana, como o dos Rolling Stones, em 2006, que reuniu mais de 1,5 milhão de pessoas, ou o de Rod Stewart, em 1994, recordista mundial com público estimado em 3,5 milhões.
Além da dimensão cultural, especialistas em turismo calculam que um evento desse porte poderia movimentar centenas de milhões de reais na economia local. A rede hoteleira da cidade, que já vive alta demanda em datas como Réveillon e Carnaval, teria ocupação próxima ao limite. Restaurantes, bares e serviços turísticos também seriam diretamente beneficiados, projetando o Rio novamente como capital mundial do entretenimento.
Para analistas, a presença de Beyoncé em Copacabana teria peso simbólico e estratégico. “Não é apenas um show, é um marco cultural com repercussão internacional. Coloca o Brasil no centro da cultura pop global”, avalia o produtor cultural Sérgio Sá Leitão, ex-ministro da Cultura.
Enquanto não há confirmação oficial, a expectativa permanece. A simples sugestão de Eduardo Paes foi suficiente para transformar o tema em pauta nacional e internacional, ampliando a projeção do Rio como vitrine da música e do turismo global.