Rafael Miranda, jovem advogado tocantinense, integra equipe de defesa de Mauro Cid no processo do 8 de Janeiro

Rafael Miranda, jovem advogado tocantinense, integra equipe de defesa de Mauro Cid no processo do 8 de Janeiro
Fernanda CappellessoPor Fernanda Cappellesso 3 de setembro de 2025 34

Aos 28 anos, profissional de Palmas atua nos bastidores da defesa em um dos julgamentos mais importantes da democracia recente.

O julgamento dos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, mobiliza não apenas advogados renomados, mas também novos profissionais que conquistam espaço em causas de repercussão nacional. Entre eles está o tocantinense Rafael Miranda, de 28 anos, lembrado em reportagem do portal R7 como um dos jovens nomes que atuam na defesa do coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Trajetória e experiência

Formado em Direito durante a pandemia, Rafael iniciou a prática da advocacia em 2022. Ainda no começo da carreira, ganhou notoriedade ao conduzir uma ação de usucapião para reaver o fusca herdado do avô — episódio que reforçou sua determinação em seguir na profissão.

Atualmente, ele representa o escritório da defesa em Palmas (TO), sendo responsável por acompanhar sessões do julgamento e auxiliar na elaboração e revisão de peças processuais. Sua atuação demonstra como jovens advogados vêm ocupando espaços estratégicos em processos de grande impacto.

Papel no caso Mauro Cid

No processo, Miranda atua ao lado de advogados mais experientes, colaborando na definição de estratégias jurídicas e oferecendo suporte técnico nos bastidores. A presença de novos profissionais reforça o caráter de renovação na advocacia, ao mesmo tempo em que expõe a responsabilidade assumida por quem participa de julgamentos de tamanha repercussão.

“É um desafio de enorme responsabilidade e também uma oportunidade de aprendizado”, disse o advogado a colegas próximos.

Repercussão

Para especialistas, a inclusão de jovens advogados em equipes de defesa desse porte mostra a capacidade da profissão de se renovar, com a soma de experiência e novas perspectivas. “É um movimento natural de oxigenação do meio jurídico. Casos históricos acabam abrindo espaço para novos nomes”, avalia um professor de Direito Processual da UFT.

Conclusão

A presença de Rafael Miranda na defesa de Mauro Cid evidencia a abertura de espaço para novos talentos da advocacia brasileira. Mesmo em início de carreira, ele se destaca pela seriedade e pelo compromisso em um julgamento que marcará a história da democracia no país. Seu exemplo mostra que a renovação do Direito pode caminhar lado a lado com causas de relevância nacional.

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