Editorial: Wanderlei Barbosa avança no Tocantins com publicação no Diário Oficial com corredor de 185 km para concessão entre Couto Magalhães e Palmeirante reforça desenvolvimento em Colinas do (TO) com anel viário

Editorial: Wanderlei Barbosa avança no Tocantins com publicação no Diário Oficial com corredor de 185 km para concessão entre Couto Magalhães e Palmeirante reforça desenvolvimento em Colinas do (TO) com anel viário
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 19 de março de 2026 1

Medida Provisória inclui a TO-355 e o anel viário de Colinas do Tocantins em eixo estratégico de integração, logística e crescimento econômico em um estado com PIB de R$ 64,3 bilhões.

A publicação da Medida Provisória nº 13, de 18 de março de 2026, no Diário Oficial do Estado do Tocantins, representa mais um movimento importante do governador Wanderlei Barbosa na reorganização da infraestrutura rodoviária estadual. O texto altera a Lei nº 3.684, de 24 de junho de 2020, e inclui a TO-355, no trecho entre Couto Magalhães e Palmeirante, além de incorporar o anel viário de Colinas do Tocantins, entre a TO-335 e a BR-153, em uma extensão aproximada de 185 quilômetros.

Na prática, a medida abre caminho para que esse corredor passe a integrar uma política mais ampla de concessão e modernização da malha viária estadual. Não é apenas uma mudança legal. É uma sinalização clara de que o governo quer preparar o Tocantins para uma nova etapa de crescimento, com mais eficiência logística, mais segurança no transporte e melhores condições para circulação de pessoas e mercadorias. Em um estado de longas distâncias e forte dependência das rodovias, esse tipo de decisão tem peso direto no presente e no futuro da economia.

O impacto ganha ainda mais relevância quando se observa o tamanho da economia tocantinense. Em 2023, o PIB do Tocantins chegou a R$ 64,3 bilhões, com participação de 0,6% no PIB nacional. Esse dado mostra que o estado vem ampliando seu espaço econômico e que a infraestrutura tem papel decisivo para sustentar esse avanço. Quando o governo melhora ou reposiciona um eixo rodoviário estratégico, ele fortalece a base que ajuda a mover produção, comércio, serviços e investimentos.

No caso de Colinas do Tocantins, o simbolismo e o impacto prático são ainda maiores. O município tem 842,488 km² de área territorial e 34.233 habitantes no Censo de 2022, além de ocupar posição estratégica na ligação com a BR-153 e com importantes rotas regionais. Isso significa que qualquer melhoria no anel viário e nos acessos da cidade tende a beneficiar não apenas Colinas, mas também municípios vizinhos, produtores, transportadores, comerciantes e toda a população que depende da mobilidade regional.

O que pode beneficiar a população

A primeira vantagem é a melhora da trafegabilidade. Com uma rodovia mais organizada dentro de um corredor estratégico, a tendência é de viagens mais seguras, deslocamentos mais eficientes e redução do desgaste para quem usa a estrada diariamente.

A segunda é o fortalecimento da segurança viária. Trechos com melhor estrutura, planejamento e gestão ajudam a reduzir riscos, melhoram a sinalização e aumentam a previsibilidade para motoristas, caminhoneiros, motociclistas e passageiros.

A terceira está no desenvolvimento econômico. Uma logística mais forte facilita o escoamento da produção, estimula o comércio, melhora o ambiente para novos negócios e reforça o papel de Colinas como ponto importante dentro do mapa econômico do norte do Tocantins.

A quarta é o impacto regional. Um corredor melhor conectado entre TO-355, TO-335 e BR-153 amplia a integração entre cidades, fortalece cadeias produtivas e cria condições para que a região ganhe mais competitividade.

Na avaliação editorial, Wanderlei Barbosa tem buscado fazer o melhor pelo Tocantins ao manter a infraestrutura como prioridade de governo. Em um estado que precisa de rodovias eficientes para crescer, produzir e integrar regiões, incluir a TO-355 e o anel viário de Colinas em uma estratégia maior não é um detalhe técnico: é uma decisão de governo com visão de futuro.

Mais do que discurso, a medida mostra direção. O Tocantins precisa de obras, mas também precisa de base legal, planejamento e segurança administrativa para que os investimentos aconteçam. É justamente nesse ponto que a decisão do governador ganha relevância. Ao mexer em um eixo de 185 quilômetros e colocar Colinas dentro de uma rota estratégica, Wanderlei sinaliza que entende a infraestrutura como motor de desenvolvimento.

Claro que a população vai cobrar resultados concretos, e com razão. O tocantinense quer estrada melhor, trânsito mais seguro, menos gargalos logísticos e mais crescimento regional. Mas é igualmente verdade que nenhum avanço robusto começa sem decisão política, sem organização e sem prioridade administrativa.

Por isso, a medida publicada agora deve ser lida como um passo importante. Ela reforça a percepção de que o governo estadual tenta preparar o Tocantins para crescer com mais estrutura, competitividade e integração. E, nesse contexto, Colinas do Tocantins ganha destaque como peça-chave de um projeto que pode beneficiar toda a região.

A Medida Provisória nº 13 mostra que Wanderlei Barbosa avança na infraestrutura do Tocantins e fortalece um corredor que pode ter efeitos relevantes sobre mobilidade, segurança e economia. Para Colinas do Tocantins, a inclusão do anel viário representa reconhecimento estratégico. Para a população, representa a expectativa de uma região mais conectada, valorizada e preparada para crescer.

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