Kim Kardashian é chamada de ‘rude’ após ignorar repórter famoso no GP de Mônaco da F1

Kim Kardashian é chamada de ‘rude’ após ignorar repórter famoso no GP de Mônaco da F1
Crédito: Divulgação
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 8 de junho de 2026 0

Empresária dividiu opiniões nas redes sociais ao não responder abordagem de Martin Brundle, conhecido pelas entrevistas rápidas no grid da Fórmula 1.

Kim Kardashian voltou a ficar entre os assuntos mais comentados nas redes sociais após aparecer no GP de Mônaco da Fórmula 1 e ignorar uma tentativa de entrevista do repórter Martin Brundle, ex-piloto e comentarista britânico conhecido mundialmente pelas abordagens rápidas no grid antes das corridas.

O episódio aconteceu durante a movimentação de celebridades, pilotos, equipes e convidados no paddock de Mônaco, uma das etapas mais glamorosas e midiáticas do calendário da Fórmula 1. Brundle tentou se aproximar de Kim Kardashian para uma conversa rápida, como costuma fazer com personalidades presentes nos Grandes Prêmios, mas a empresária seguiu caminhando e não respondeu à abordagem.

A cena repercutiu rapidamente. Nas redes sociais, parte do público classificou a atitude como “rude”, termo usado em inglês para apontar alguém como grosseiro ou indelicado. Para esses internautas, Kim poderia ao menos ter cumprimentado o repórter ou respondido brevemente.

Outra parte dos fãs saiu em defesa da empresária. O argumento é que celebridades não são obrigadas a conceder entrevista, principalmente em um ambiente movimentado, com seguranças, câmeras, compromissos e grande pressão pública. Para esse grupo, a crítica teria sido exagerada.

Martin Brundle é uma figura tradicional nas transmissões da Fórmula 1. Seu chamado “grid walk”, momento em que ele circula pelo grid minutos antes da largada tentando entrevistar pilotos, chefes de equipe e famosos, se tornou uma das marcas da cobertura internacional da categoria.

Ao longo dos anos, Brundle já protagonizou situações constrangedoras, engraçadas e inesperadas ao tentar falar com celebridades que nem sempre conhecem a dinâmica da Fórmula 1 ou estão dispostas a participar da transmissão ao vivo.

No caso de Kim Kardashian, a repercussão ganhou força justamente pelo contraste entre a fama global da empresária e a tradição de Brundle no ambiente da F1. A presença de grandes celebridades em corridas como Mônaco, Miami e Las Vegas tem se tornado cada vez mais comum, especialmente após o crescimento da categoria nas redes sociais e entre o público mais jovem.

O GP de Mônaco é considerado uma das provas mais sofisticadas da Fórmula 1. O evento costuma reunir artistas, empresários, influenciadores, esportistas e bilionários, transformando o fim de semana de corrida também em uma vitrine de luxo, moda e entretenimento.

A polêmica envolvendo Kim Kardashian reacendeu um debate antigo entre fãs da categoria: até que ponto a presença de celebridades ajuda a popularizar a Fórmula 1 e quando ela passa a incomodar parte do público tradicional, que prefere foco total nos pilotos, nas equipes e na disputa dentro da pista.

Para críticos, famosos que vão ao grid deveriam entender minimamente o ambiente da corrida e respeitar profissionais que fazem a cobertura do evento. Para defensores, o fato de uma celebridade estar presente não significa que ela tenha obrigação de conceder entrevistas ou participar de momentos ao vivo.

Kim Kardashian não se manifestou publicamente sobre a repercussão. Mesmo sem declaração oficial, o episódio foi suficiente para colocar novamente seu nome no centro das conversas digitais e mostrar como pequenos gestos em eventos globais podem ganhar grande proporção nas redes sociais.

A situação também reforça o peso midiático da Fórmula 1 atual. Antes vista como um esporte mais fechado ao público tradicional, a categoria se transformou em produto de entretenimento global, misturando velocidade, negócios, moda, celebridades e redes sociais.

No fim, a cena deixou duas leituras. Para uns, Kim Kardashian foi fria e indelicada ao ignorar um repórter famoso. Para outros, ela apenas exerceu o direito de não falar. Em tempos de transmissão ao vivo e repercussão instantânea, até um silêncio no grid pode virar manchete mundial.

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