Pesquisa Veritá: Dorinha lidera Governo com 43,8% e Eduardo Gomes abre 18,1 pontos no Senado no Tocantins

Pesquisa Veritá: Dorinha lidera Governo com 43,8% e Eduardo Gomes abre 18,1 pontos no Senado no Tocantins
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 14 de setembro de 2026 14

Nova rodada do Instituto Veritá mostra o cenário eleitoral no Estado nesta reta final de campanha; Eduardo Gomes alcança 43,1% na consolidação dos dois votos para senador, enquanto Alexandre Guimarães aparece com 25%

A nova pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste fim de semana traz um novo retrato da corrida eleitoral no Tocantins para o Governo do Estado e para as duas vagas em disputa no Senado Federal. No levantamento, Professora Dorinha aparece na liderança para governadora, com 43,8% das intenções de voto, enquanto Eduardo Gomes lidera a disputa para o Senado, alcançando 43,1% na consolidação das duas escolhas dos eleitores.

Os números ganham peso na reta final da campanha eleitoral de 2026, período em que candidatos intensificam agendas nos municípios, reuniões, carreatas, encontros com lideranças e estratégias para conquistar os eleitores que ainda não definiram seus votos.

Na corrida pelo Palácio Araguaia, a pesquisa aponta Professora Dorinha na primeira colocação, com 43,8% das intenções de voto no cenário divulgado.

O resultado mantém a candidata no centro da disputa pelo Governo do Tocantins às vésperas da fase decisiva da campanha. Como ocorre em qualquer levantamento eleitoral, os números representam uma fotografia do momento em que os entrevistados foram ouvidos e devem ser interpretados considerando a margem de erro informada pelo instituto.

Na disputa pelo Senado, o levantamento apresenta um cenário mais detalhado. Como em 2026 os tocantinenses escolherão dois senadores, a pesquisa perguntou inicialmente a primeira intenção de voto e depois uma segunda opção, sem permitir a repetição do nome indicado anteriormente.

Na consolidação das duas escolhas, Eduardo Gomes, do PL, aparece na liderança com 43,1% das citações. Alexandre Guimarães, do MDB, ocupa a segunda posição, com 25%. A diferença numérica entre Eduardo Gomes e Alexandre Guimarães chega, portanto, a 18,1 pontos percentuais nesse recorte consolidado.

Na sequência aparece Eli Borges, do Republicanos, com 20,4%, seguido por Carlos Gaguim, do União Brasil, com 19,1%.

Paulo Mourão, do PT, registra 15,3%.

Depois aparecem Ronaldo Dimas, do Podemos, com 7,8%, e Vanderlei Luxemburgo, também do Podemos, com 7,3%.

Hélio Rodrigues Bolsonaro, do Democrata, registra 6,8%.

Apóstolo Flávio Braga, do DC, aparece com 4,5%.

Fábio Ribeiro, da Rede, tem 1,6%, Professor Osvaldo, do PSOL, soma 1,4%, e Osvany Luz, do Democrata, registra 0,4%.

No consolidado para o Senado, o cenário fica assim:

Eduardo Gomes (PL): 43,1%

Alexandre Guimarães (MDB): 25%

Eli Borges (Republicanos): 20,4%

Carlos Gaguim (União Brasil): 19,1%

Paulo Mourão (PT): 15,3%

Ronaldo Dimas (Podemos): 7,8%

Vanderlei Luxemburgo (Podemos): 7,3%

Hélio Rodrigues Bolsonaro (Democrata): 6,8%

Apóstolo Flávio Braga (DC): 4,5%

Fábio Ribeiro (Rede): 1,6%

Professor Osvaldo (PSOL): 1,4%

Osvany Luz (Democrata): 0,4%

Os percentuais somam mais de 100% porque a eleição para o Senado em 2026 permite que cada eleitor escolha dois candidatos diferentes. Dessa forma, o resultado consolidado reúne as duas intenções de voto informadas pelos entrevistados.

Quando analisado somente o primeiro voto para senador, Eduardo Gomes também aparece numericamente na liderança, com 27,3%. Alexandre Guimarães registra 17%. Paulo Mourão tem 11,8%, enquanto Eli Borges aparece com 10,6%.

Nesse recorte, 13,7% dos entrevistados não souberam ou não responderam, e 3,5% declararam intenção de votar em branco ou anular o voto.

No segundo voto para o Senado, Eduardo Gomes novamente ocupa a primeira posição numérica, com 15,8%. Carlos Gaguim aparece em seguida, com 13,2%. Eli Borges registra 9,8%, enquanto Alexandre Guimarães tem 8%.

Entre os entrevistados, 25,7% não souberam ou não responderam qual seria a segunda escolha para senador. Outros 4,3% indicaram voto branco ou nulo. A quantidade elevada de eleitores que ainda não indicaram uma segunda opção também transforma esse segmento em um dos pontos centrais da disputa nas semanas finais da campanha.

Com duas vagas disponíveis, as campanhas para o Senado precisam disputar não apenas a preferência principal do eleitor, mas também a segunda escolha. Esse comportamento pode provocar diferenças importantes entre os índices registrados no primeiro voto, no segundo voto e no resultado consolidado.

O levantamento do Instituto Veritá ouviu 1.220 eleitores em municípios do Tocantins entre os dias 7 e 12 de setembro de 2026. A margem de erro informada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada por iniciativa própria do Instituto Veritá e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número TO-09060/2026. Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro, o Diário Tocantinense continuará acompanhando os levantamentos registrados na Justiça Eleitoral e as movimentações dos candidatos ao Governo, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa até o dia da votação.

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