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Lula vira sobre Flávio no exterior e chega a 53% na parcial; veja os votos por país

Lula vira sobre Flávio no exterior e chega a 53% na parcial; veja os votos por país
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 4 de outubro de 2026 40

Levantamento das 15h18 aponta 94.014 votos para o petista e 66.077 para o candidato do PL; números ainda não representam o resultado final

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou à frente de Flávio Bolsonaro (PL) na soma parcial de boletins de urna do exterior neste domingo, 4 de outubro. No levantamento das 15h18, divulgado pelo Lavras24Horas com base no painel do Jornal Razão, o presidente aparecia com 94.014 votos, ou 53% dos válidos, contra 66.077 do senador, equivalentes a 37,25%.

A diferença era de 27.937 votos. Naquele momento, o painel reunia 652 das 1.282 urnas consideradas pelo levantamento, correspondentes a 50,86%.

A entrada de novos boletins mudou a liderança registrada anteriormente. Às 13h16, Flávio somava 35.690 votos, contra 28.380 de Lula. A comparação mostra a mudança entre dois momentos da coleta, à medida que mais seções foram incorporadas.

Os placares por país abaixo correspondem a um levantamento anterior, divulgado até as 13h33. Eles ajudam a mostrar a distribuição dos votos, mas não constituem o detalhamento completo da parcial das 15h18.

No Japão, Flávio registrava 25.109 votos, contra 5.567 de Lula. Na Austrália, o petista aparecia à frente, com 4.562 votos, enquanto o senador tinha 2.579. Na Nova Zelândia, Lula somava 234 e Flávio, 64.

Na China continental, nas seções de Pequim, Xangai e Cantão, Lula tinha 268 votos, contra 98 do adversário. O presidente também liderava na Coreia do Sul, por 123 a 72; em Singapura, por 190 a 92; e na Malásia, por 44 a 27.

Flávio aparecia à frente em Hong Kong, por 105 a 99, e em Taiwan, por 107 a 77. Nas Filipinas, o placar era de 33 a 26 para o senador; na Tailândia, de 51 a 40.

No Oriente Médio, Lula liderava na Palestina, com 1.078 votos, contra 46 de Flávio; na Síria, por 97 a 7; e na Arábia Saudita, por 52 a 22. Flávio tinha vantagem em Israel, com 523 votos, contra 92 do petista, e no Catar, por 173 a 147.

A mudança na soma parcial evidencia o peso de cada colégio eleitoral: o número de países em que um candidato lidera não determina quem tem mais votos no conjunto. A liderança depende da quantidade de votos recebidos e das seções já incluídas.

Os números apresentados são levantamentos de boletins de urna, sujeitos a atualização. A parcial do exterior, isoladamente, não permite projetar o vencedor da eleição presidencial no Brasil.

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