Dorinha tem 54,1% e vantagem de 8,2 pontos sobre Vicentinho em números atribuídos à Data Pop
Professora Dorinha, do União Brasil, aparece com 54,1% dos votos válidos, contra 45,9% de Vicentinho Júnior, do PSDB, nos números atribuídos ao instituto Data Pop e encaminhados ao Diário Tocantinense. A diferença entre os candidatos ao Governo do Tocantins é de 8,2 pontos percentuais.
O levantamento chega em um momento decisivo da disputa estadual, quando as campanhas concentram esforços na conquista dos eleitores que apoiaram outras candidaturas e na mobilização de quem pretende comparecer às urnas no segundo turno.
O recorte de votos válidos apresenta a distribuição das preferências entre os candidatos, retirando da base de cálculo as respostas que não representam escolha por um dos concorrentes. Por isso, esses percentuais precisam ser diferenciados dos votos totais, que também podem incluir indecisos e manifestações de voto branco ou nulo.
A distância numérica de 8,2 pontos não deve ser confundida com crescimento de uma candidatura. Para afirmar avanço ou recuo, seria necessário comparar levantamentos compatíveis, observando instituto, metodologia, período de coleta e margem de erro.
Dorinha leva para a disputa uma trajetória ligada à educação e ao Congresso Nacional. Seu nome civil é Maria Auxiliadora Seabra Rezende. Natural de Goiânia, é licenciada em Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás e mestre em Educação Escolar Brasileira.
A candidata exerceu mandatos de deputada federal pelo Tocantins entre 2011 e 2023. Em seguida, assumiu uma cadeira no Senado, para o período de 2023 a 2031. Sua experiência parlamentar integra a apresentação política de uma candidatura que busca chegar ao comando do Executivo estadual.
Vicentinho Júnior, cujo nome civil é Vicente Alves de Oliveira Junior, também nasceu em Goiânia e construiu sua atuação eleitoral no Tocantins. Deputado federal, participa da disputa pelo governo após uma trajetória na Câmara dos Deputados.
A pesquisa deve ser lida como uma medição das intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas. O resultado definitivo depende da votação e da apuração conduzida pela Justiça Eleitoral. A publicação dos números precisa estar acompanhada da ficha técnica correspondente, com identificação do contratante, período de coleta, amostra, margem de erro, nível de confiança e registro. Esses elementos permitem ao eleitor avaliar o alcance do levantamento e comparar os resultados com outras pesquisas da mesma eleição.