Bastidor: Governo Vicentinho — quem pode ocupar as secretarias do Tocantins em 2027 e como avançam as articulações na Aleto
A formação do governo de Vicentinho Júnior para 2027 reúne nomes anunciados, integrantes da transição e aliados cotados para secretarias e órgãos estaduais. Paralelamente, as conversas sobre a presidência da Assembleia Legislativa movimentam o grupo do governador eleito, com a participação atribuída a Ordiley Valcari e relatos de restrições à entrada de três deputados na futura base governista.
Até 30 de outubro, o cenário público ainda não permite apresentar um secretariado fechado. Algumas indicações possuem função anunciada; outras aparecem em informações de bastidores sem definição de pasta. A participação na transição aproxima profissionais do planejamento da administração, mas não equivale automaticamente a uma nomeação.
Zelma Coelho Santos foi anunciada para comandar a Secretaria de Comunicação. Rogério Tortola foi escolhido para a assessoria direta do governador eleito. São funções diferentes: enquanto a secretaria responde pela comunicação institucional do Estado, a assessoria direta acompanha o chefe do Executivo dentro das atribuições que forem estabelecidas.
A antecipação dessas escolhas foi acompanhada de uma declaração de Vicentinho sobre os preparativos da administração: “Não queremos perder tempo na formulação das novas políticas públicas, nos ajustes ao orçamento de 2027 e na construção política da nossa governabilidade”. O anúncio indica que a organização administrativa e a negociação política estão sendo conduzidas simultaneamente.
Outro nome em evidência é Raimundo Aires Neto Alves, o Neto Aires, prefeito de Ipueiras e irmão de Vicentinho. Ele coordena a equipe de transição e aparece em informação publicada em 29 de outubro como escolhido para a Secretaria de Governo. Segundo esse relato, a decisão teria sido comunicada a deputados durante um jantar em Palmas, na noite anterior.
A informação sobre a Secretaria de Governo ainda não estava acompanhada de anúncio oficial no material consultado. Portanto, Neto Aires possui uma posição confirmada na coordenação da transição e uma indicação relatada para a Segov, situações que precisam ser diferenciadas.
Caso a escolha seja formalizada, a pasta poderá concentrar parte do diálogo com prefeitos, partidos e lideranças. A definição também deverá esclarecer como essas atribuições serão distribuídas entre a secretaria, o governador e o vice-governador eleito, Amélio Cayres.
Na Saúde, Domingos Quirino de Freitas aparece entre os cotados. Empresário com atuação na gestão hospitalar e integrante da transição, ele já havia sido mencionado para a mesma secretaria durante a administração interina de Laurez Moreira, em 2025.
A possibilidade voltou a ganhar espaço após a eleição. Em setembro de 2026, uma empresa ligada a Quirino assumiu a administração da Unidade de Pronto Atendimento de Paraíso do Tocantins, conforme informação publicada sobre sua atuação profissional. A experiência na área integra o contexto da cotação, mas não representa confirmação de que comandará a rede estadual.
A escolha para a Saúde terá relação direta com uma das prioridades anunciadas por Vicentinho. O governador eleito afirmou que pretende acompanhar pessoalmente a área, adotar critérios técnicos para a direção de hospitais e enfrentar a superlotação do Hospital Geral de Palmas. O futuro titular terá de transformar essas propostas em decisões administrativas, contratos e organização da assistência.
Jairo Mariano também está entre os nomes cotados para o primeiro escalão. Ex-prefeito de Pedro Afonso, presidiu a Associação Tocantinense de Municípios e passou pelas secretarias estaduais da Fazenda, Infraestrutura e Governadoria. Não foi localizada confirmação sobre qual função poderá exercer na próxima administração.
José Wilson Saboia Neto, conhecido como Saboinha Júnior, integra a relação de possíveis participantes. Ex-vereador de Guaraí, foi chefe de gabinete de Vicentinho e presidiu o Detran. Sua experiência anterior não permite afirmar que retornará ao órgão ou que terá determinada secretaria.
Marlen Ribeiro Rodrigues aparece entre os cotados e integra a transição. Foi prefeito de São Félix do Tocantins, secretário de Habitação de Palmas e chefe de gabinete de Vicentinho. A função que poderá ocupar em 2027 ainda depende de definição pública.
Júlio Edstron Secundino Santos, advogado e professor, também participa da transição. Coordenou a elaboração do plano de governo e possui passagens pela Controladoria de Palmas, pela Mineratins e pelo Tribunal de Contas do Estado. Seu nome circula para a futura administração, sem pasta confirmada neste levantamento.
Stellamaris Postal é outra integrante da transição mencionada entre as possibilidades. Defensora pública, comandou a Secretaria da Cidadania e Justiça durante a gestão interina de Laurez. Não há confirmação de retorno à pasta.
Jorge Hernany Silveira Madeira, empresário da construção civil, também aparece entre os cotados. Natural de Ananás, integrou como primeiro suplente a candidatura de Vanderlei Luxemburgo ao Senado. A informação publicada sobre sua possível participação no governo não define secretaria nem apresenta nomeação oficial.
O atual vice-governador Laurez Moreira, que apoiou Vicentinho no segundo turno, aparece nas especulações sobre participação direta ou indicação de um representante de seu grupo. As duas possibilidades permanecem sem definição pública no material consultado.
A equipe de transição acrescenta outros nomes ao núcleo de preparação: o advogado Solano Donato Carnot Damacena, Thiago de Araújo Schuller e Irisfran de Sousa Pereira, identificado como diretor-geral da Assembleia. Eles integram a comissão ao lado de Neto Aires, Júlio Edstron, Marlen Ribeiro, Domingos Quirino, Stellamaris Postal e Zelma Coelho.
A presença desses profissionais confirma participação no diagnóstico administrativo. Não autoriza distribuir antecipadamente entre eles a Procuradoria, a Fazenda, a Administração ou qualquer outra pasta sem informação específica. O trabalho da comissão envolve conhecer contas, contratos, programas e condições de funcionamento do Estado.
Na Assembleia, Moisemar Marinho, do PL, é apontado como opção do grupo para a presidência. Valdemar Júnior, do MDB, também foi citado, mas enfrentaria resistência interna, apesar do apoio atribuído a Alexandre Guimarães.
Ordiley Valcari, dirigente do PP e marido de Janad Valcari, aparece em relatos como articulador de Moisemar. Ele, porém, negou ter levado o deputado à campanha de Vicentinho e afirmou ter tentado mantê-lo com Dorinha no segundo turno. Não foi localizada indicação pública de Ordiley para uma secretaria.
Um relato de bastidores publicado em 29 de outubro aponta Vilmar de Oliveira, Nilton Franco e Vanda Monteiro como nomes que enfrentariam restrições na futura base. Vilmar teria resistência de Amélio Cayres e Luciano Oliveira; Nilton, por críticas da campanha e divergências com Danilo Alencar; Vanda, pelo episódio envolvendo sua permanência no apoio a Dorinha.
Esses supostos vetos são informações atribuídas a interlocutores políticos, sem confirmação oficial localizada. Não representam impedimento ao exercício dos mandatos nem decisão formal da Aleto.
A formação do secretariado e a composição parlamentar são negociações relacionadas, mas distintas. Um aliado pode participar da articulação sem assumir cargo; um integrante da transição pode permanecer apenas no trabalho técnico; e um deputado pode apoiar propostas específicas sem integrar formalmente a base.
O quadro disponível reúne Zelma Coelho e Rogério Tortola nas funções anunciadas; Neto Aires com indicação relatada para a Secretaria de Governo; Domingos Quirino cotado para a Saúde; e Jairo Mariano, Saboinha Júnior, Marlen Ribeiro, Júlio Edstron, Stellamaris Postal e Jorge Madeira entre as possibilidades para a administração. Laurez aparece nas negociações de participação política, enquanto os demais integrantes da transição atuam na preparação do novo governo.
As próximas manifestações de Vicentinho deverão esclarecer quais dessas possibilidades serão confirmadas, quais funções serão distribuídas e como ficará a relação com a Assembleia. Até lá, anúncio, cotação e negociação precisam permanecer identificados para que o leitor acompanhe o cenário sem receber uma composição provisória como decisão encerrada.
A formação do governo de Vicentinho Júnior para 2027 reúne nomes anunciados, integrantes da transição e aliados cotados para secretarias e órgãos estaduais. Paralelamente, as conversas sobre a presidência da Assembleia Legislativa movimentam o grupo do governador eleito, com a participação atribuída a Ordiley Valcari e relatos de restrições à entrada de três deputados na futura base governista.
Até 30 de outubro, o cenário público ainda não permite apresentar um secretariado fechado. Algumas indicações possuem função anunciada; outras aparecem em informações de bastidores sem definição de pasta. A participação na transição aproxima profissionais do planejamento da administração, mas não equivale automaticamente a uma nomeação.
Zelma Coelho Santos foi anunciada para comandar a Secretaria de Comunicação. Rogério Tortola foi escolhido para a assessoria direta do governador eleito. São funções diferentes: enquanto a secretaria responde pela comunicação institucional do Estado, a assessoria direta acompanha o chefe do Executivo dentro das atribuições que forem estabelecidas.
A antecipação dessas escolhas foi acompanhada de uma declaração de Vicentinho sobre os preparativos da administração: “Não queremos perder tempo na formulação das novas políticas públicas, nos ajustes ao orçamento de 2027 e na construção política da nossa governabilidade”. O anúncio indica que a organização administrativa e a negociação política estão sendo conduzidas simultaneamente.
Outro nome em evidência é Raimundo Aires Neto Alves, o Neto Aires, prefeito de Ipueiras e irmão de Vicentinho. Ele coordena a equipe de transição e aparece em informação publicada em 29 de outubro como escolhido para a Secretaria de Governo. Segundo esse relato, a decisão teria sido comunicada a deputados durante um jantar em Palmas, na noite anterior.
A informação sobre a Secretaria de Governo ainda não estava acompanhada de anúncio oficial no material consultado. Portanto, Neto Aires possui uma posição confirmada na coordenação da transição e uma indicação relatada para a Segov, situações que precisam ser diferenciadas.
Caso a escolha seja formalizada, a pasta poderá concentrar parte do diálogo com prefeitos, partidos e lideranças. A definição também deverá esclarecer como essas atribuições serão distribuídas entre a secretaria, o governador e o vice-governador eleito, Amélio Cayres.
Na Saúde, Domingos Quirino de Freitas aparece entre os cotados. Empresário com atuação na gestão hospitalar e integrante da transição, ele já havia sido mencionado para a mesma secretaria durante a administração interina de Laurez Moreira, em 2025.
A possibilidade voltou a ganhar espaço após a eleição. Em setembro de 2026, uma empresa ligada a Quirino assumiu a administração da Unidade de Pronto Atendimento de Paraíso do Tocantins, conforme informação publicada sobre sua atuação profissional. A experiência na área integra o contexto da cotação, mas não representa confirmação de que comandará a rede estadual.
A escolha para a Saúde terá relação direta com uma das prioridades anunciadas por Vicentinho. O governador eleito afirmou que pretende acompanhar pessoalmente a área, adotar critérios técnicos para a direção de hospitais e enfrentar a superlotação do Hospital Geral de Palmas. O futuro titular terá de transformar essas propostas em decisões administrativas, contratos e organização da assistência.
Jairo Mariano também está entre os nomes cotados para o primeiro escalão. Ex-prefeito de Pedro Afonso, presidiu a Associação Tocantinense de Municípios e passou pelas secretarias estaduais da Fazenda, Infraestrutura e Governadoria. Não foi localizada confirmação sobre qual função poderá exercer na próxima administração.
José Wilson Saboia Neto, conhecido como Saboinha Júnior, integra a relação de possíveis participantes. Ex-vereador de Guaraí, foi chefe de gabinete de Vicentinho e presidiu o Detran. Sua experiência anterior não permite afirmar que retornará ao órgão ou que terá determinada secretaria.
Marlen Ribeiro Rodrigues aparece entre os cotados e integra a transição. Foi prefeito de São Félix do Tocantins, secretário de Habitação de Palmas e chefe de gabinete de Vicentinho. A função que poderá ocupar em 2027 ainda depende de definição pública.
Júlio Edstron Secundino Santos, advogado e professor, também participa da transição. Coordenou a elaboração do plano de governo e possui passagens pela Controladoria de Palmas, pela Mineratins e pelo Tribunal de Contas do Estado. Seu nome circula para a futura administração, sem pasta confirmada neste levantamento.
Stellamaris Postal é outra integrante da transição mencionada entre as possibilidades. Defensora pública, comandou a Secretaria da Cidadania e Justiça durante a gestão interina de Laurez. Não há confirmação de retorno à pasta.
Jorge Hernany Silveira Madeira, empresário da construção civil, também aparece entre os cotados. Natural de Ananás, integrou como primeiro suplente a candidatura de Vanderlei Luxemburgo ao Senado. A informação publicada sobre sua possível participação no governo não define secretaria nem apresenta nomeação oficial.
O atual vice-governador Laurez Moreira, que apoiou Vicentinho no segundo turno, aparece nas especulações sobre participação direta ou indicação de um representante de seu grupo. As duas possibilidades permanecem sem definição pública no material consultado.
A equipe de transição acrescenta outros nomes ao núcleo de preparação: o advogado Solano Donato Carnot Damacena, Thiago de Araújo Schuller e Irisfran de Sousa Pereira, identificado como diretor-geral da Assembleia. Eles integram a comissão ao lado de Neto Aires, Júlio Edstron, Marlen Ribeiro, Domingos Quirino, Stellamaris Postal e Zelma Coelho.
A presença desses profissionais confirma participação no diagnóstico administrativo. Não autoriza distribuir antecipadamente entre eles a Procuradoria, a Fazenda, a Administração ou qualquer outra pasta sem informação específica. O trabalho da comissão envolve conhecer contas, contratos, programas e condições de funcionamento do Estado.
Na Assembleia, Moisemar Marinho, do PL, é apontado como opção do grupo para a presidência. Valdemar Júnior, do MDB, também foi citado, mas enfrentaria resistência interna, apesar do apoio atribuído a Alexandre Guimarães.
Ordiley Valcari, dirigente do PP e marido de Janad Valcari, aparece em relatos como articulador de Moisemar. Ele, porém, negou ter levado o deputado à campanha de Vicentinho e afirmou ter tentado mantê-lo com Dorinha no segundo turno. Não foi localizada indicação pública de Ordiley para uma secretaria.
Um relato de bastidores publicado em 29 de outubro aponta Vilmar de Oliveira, Nilton Franco e Vanda Monteiro como nomes que enfrentariam restrições na futura base. Vilmar teria resistência de Amélio Cayres e Luciano Oliveira; Nilton, por críticas da campanha e divergências com Danilo Alencar; Vanda, pelo episódio envolvendo sua permanência no apoio a Dorinha.
Esses supostos vetos são informações atribuídas a interlocutores políticos, sem confirmação oficial localizada. Não representam impedimento ao exercício dos mandatos nem decisão formal da Aleto.
A formação do secretariado e a composição parlamentar são negociações relacionadas, mas distintas. Um aliado pode participar da articulação sem assumir cargo; um integrante da transição pode permanecer apenas no trabalho técnico; e um deputado pode apoiar propostas específicas sem integrar formalmente a base.
O quadro disponível reúne Zelma Coelho e Rogério Tortola nas funções anunciadas; Neto Aires com indicação relatada para a Secretaria de Governo; Domingos Quirino cotado para a Saúde; e Jairo Mariano, Saboinha Júnior, Marlen Ribeiro, Júlio Edstron, Stellamaris Postal e Jorge Madeira entre as possibilidades para a administração. Laurez aparece nas negociações de participação política, enquanto os demais integrantes da transição atuam na preparação do novo governo.
As próximas manifestações de Vicentinho deverão esclarecer quais dessas possibilidades serão confirmadas, quais funções serão distribuídas e como ficará a relação com a Assembleia. Até lá, anúncio, cotação e negociação precisam permanecer identificados para que o leitor acompanhe o cenário sem receber uma composição provisória como decisão encerrada.