“Olha Aquele Menino Mamãe”: novo livro infantil de Francisco Neto será lançado em Araguaína
Um episódio cotidiano, marcado pela simplicidade e pela força simbólica, serviu de inspiração para o mais recente trabalho literário do escritor Francisco Neto Pereira Pim. Durante uma ida à faculdade, ele presenciou uma mãe indígena imigrante embalar o filho no colo enquanto pedia ajuda para alimentar a família. A cena se transformou em literatura e deu origem ao livro infantil “Olha Aquele Menino Mamãe”, publicado pela Editora Mercado de Letras.
A inspiração e a obra
O autor explica que a experiência direta com a realidade social foi o gatilho para desenvolver a narrativa:
“Ali nasceu a ideia central deste livro, que, embora seja um conto infantil belamente ilustrado, termina com este poema que quero compartilhar:
Nem todas as crianças infloram neste mundo.
Mundo o mundo com seus mundos.
E se assim, de repente, a Terra se tornasse o lar de todo mundo?”.
A obra busca dialogar com a infância, mas também com os adultos, ao levantar reflexões sobre diversidade cultural, solidariedade e humanidade.
O lançamento
O livro será lançado no próximo dia 19 de setembro, às 19h, na Escola Municipal Olavo Black, em Araguaína. O evento é aberto ao público e terá entrada gratuita. Segundo o autor, o momento será mais que uma apresentação literária:
“Quero que seja um espaço de encontro da comunidade, para refletirmos sobre acolhimento e sobre como olhamos para as nossas crianças”, afirmou Francisco Neto.
Onde encontrar
Além do lançamento presencial, “Olha Aquele Menino Mamãe” já está disponível em grandes livrarias digitais, como Amazon, Estante Virtual e Mercado Livre. O escritor também mantém contato com leitores por meio do Instagram @francisconetoperirapim, onde divulga novos projetos.
Uma mensagem universal
Mais do que uma história ilustrada para o público infantil, o livro propõe um olhar crítico sobre a infância no Brasil e no mundo. Ao transformar em literatura uma cena real de vulnerabilidade, Francisco Neto reforça a ideia de que a arte pode ser um instrumento de sensibilização social.
“Quero agradecer ao Diário Tocantinense pela oportunidade e deixar o meu grande abraço a todos”, concluiu o autor.