Luto no entretenimento: morre JP Mantovani, modelo e apresentador, aos 46 anos em São Paulo
O ator, apresentador e modelo JP Mantovani morreu aos 46 anos na madrugada de domingo (21), vítima de um acidente de moto na Marginal Pinheiros, em São Paulo. O óbito foi constatado no local, segundo informações registradas pela polícia.
Mantovani pilotava uma motocicleta quando perdeu o controle e colidiu contra um caminhão de limpeza que estava parado na via. O motorista do veículo fez o teste do bafômetro, que deu negativo. O caso foi registrado na 14ª DP de Pinheiros como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
Despedida e velório
A família optou por um velório reservado em São Paulo, pedido feito para garantir privacidade nesse momento de luto, conforme noticiado pelo Metrópoles. A cerimônia acontece no Cemitério Gethsêmani Anhanguera, com início às 7h e sepultamento marcado para as 11h desta segunda-feira (22).
Trajetória
JP Mantovani ganhou destaque nacional ao participar de A Fazenda 8 em 2015, da Record TV, onde iniciou relacionamento com a cantora Li Martins, ex-integrante do grupo Rouge. O casal teve uma filha, Antonella, nascida em 2017. Ele também participou do Power Couple Brasil 5 e, nos últimos anos, atuava como apresentador, influenciador digital e modelo, participando de campanhas de moda e programas de variedades. Folha Vitóriadestacou sua presença constante em eventos e projetos de comunicação.
Entrevista exclusiva ao Diário Tocantinense
Em 2024, JP concedeu entrevista ao programa Hora da Fama, do Diário Tocantinense, onde falou sobre carreira, família e novos projetos. Esse registro exclusivo integra o acervo do jornal e deve ser republicado como homenagem póstuma, revelando um lado humano e reflexivo do apresentador.
A morte repentina de JP Mantovani evidencia os riscos das grandes vias urbanas, como a Marginal Pinheiros, palco de recorrentes acidentes graves. Para o público, sua ausência encerra uma trajetória marcada pela espontaneidade em realities e pelo esforço em consolidar carreira na TV e nas redes sociais.
O luto também reacende a reflexão sobre a cobertura midiática: a família pede privacidade, enquanto a imprensa busca narrar a dimensão de sua perda pública. Resgatar sua fala em entrevistas, como no Hora da Fama, é uma forma de preservar sua memória sem recorrer a espetacularização.
No campo jurídico, o registro do caso como homicídio culposo aponta para investigação de responsabilidades. A apuração policial deve esclarecer se houve falha de sinalização, imprudência ou fatores externos que contribuíram para a tragédia.
JP deixa Li Martins, com quem construiu uma história pública de afeto iniciada em reality show, e a filha Antonella. Sua trajetória, que uniu entretenimento, música, moda e televisão, permanece registrada como parte da memória recente da cultura pop brasileira.