Mega Moda aposta em experiência física e descontos de até 70% na Black Friday 2025
O varejo brasileiro se prepara para uma das maiores Black Fridays da história recente. Estimativas de consultorias apontam que o evento deve movimentar cerca de R$ 13,6 bilhões no país — um aumento de 16,5 % em relação a 2024, segundo projeção do Economic News Brasil.
Em meio a essa expectativa, o Grupo Mega Moda — formado pelos centros de moda atacadista Mega Moda Shopping, Mega Moda Park e Mini Moda — aposta em uma estratégia que reflete as novas tendências do consumo físico: descontos de até 70 % aliados a experiências sensoriais, ambientação temática e atendimento guiado.
Nova lógica da Black Friday: da liquidação à experiência
Entre os dias 27, 28 e 29 de novembro, o grupo realiza uma programação híbrida, com transmissão ao vivo, ações presenciais e atividades interativas.
As iniciativas incluem:
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Live de abertura com ofertas exclusivas e cupons digitais;
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Distribuição de vouchers e sorteios de produtos;
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Atendimento guiado e acolhimento de excursões de compradores de moda de todo o país;
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Praças temáticas, shows e bingo com prêmios durante os dias de evento;
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Mais de 1.200 lojas participantes, de segmentos como jeans, fitness, moda praia, infantil, plus size, masculina e acessórios.
Para Paula Sepulveda, gerente de marketing do Grupo Mega Moda, o novo perfil do consumidor exige mais do que preços baixos.
“O consumidor hoje avalia toda a jornada de compra — do atendimento à entrega. Nossa proposta é unir preço, serviço e acolhimento para quem compra tanto para revenda quanto para uso pessoal”, afirma.
O consumo presencial ainda é força no Brasil
Mesmo com o avanço do e-commerce, a loja física continua sendo o principal canal de compra na Black Friday. Pesquisa da CNDL/SPC Brasil mostra que 55 % dos consumidores preferem comprar presencialmente, contra 48 % que optam pelo online, segundo levantamento publicado pelo DComércio.
Essa tendência é reforçada por polos regionais de moda como o Mega Moda, que atraem microempreendedores, revendedores e turistas de compras. De acordo com dados do setor, as vendas presenciais em centros atacadistas cresceram em média 12 % em 2025, impulsionadas por clientes que valorizam conveniência e credibilidade.
“Estamos com ofertas de até 70 % e esperamos aumento de até 80 % nas vendas. O público começou a se mobilizar antes mesmo da data oficial”, diz João Gabriel, proprietário da marca feminina Mia Store.
Tendências do varejo em 2025
A Black Friday deste ano também reflete uma mudança estrutural no comércio brasileiro. Pesquisas do E-commerce Brasil indicam que a maturidade do consumo digital cresceu, mas que a força da experiência física segue determinante para os resultados.
O novo modelo é o consumo híbrido, em que o cliente pesquisa on-line e finaliza a compra presencialmente. Segundo o Future of Retail 2025, essa integração pode elevar em até 27 % o ticket médio.
O papel do Mega Moda na nova fase do consumo brasileiro
O Grupo Mega Moda consolida-se como referência nacional em moda atacadista e revenda. Mais do que um ponto de venda, tornou-se uma plataforma de experiência comercial e turística, com estrutura capaz de receber compradores de vários estados e integrar ações digitais com o ambiente físico.
Essa estratégia está alinhada à tendência global de transformar o varejo em espaço de vivência e relacionamento, como apontou o jornal O Tempo.
O fenômeno também foi analisado pelo Diário Tocantinense, que destacou o avanço do comércio presencial como diferencial competitivo no pós-pandemia.
A Black Friday 2025 consolida uma nova etapa do varejo nacional, centrada em experiência, credibilidade e conveniência. O Mega Moda é exemplo dessa transição: de shopping atacadista a marca de vivência, que combina preço real, atendimento humano e conexão com o público.
Com descontos de até 70 %, 1.200 lojas participantes e ações que integram o físico ao digital, o grupo mostra que a Black Friday deixou de ser apenas uma liquidação — tornou-se um evento de marca, capaz de gerar valor duradouro para o consumidor e para o comércio.
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