Apagão global derruba sites no mundo após falha na Cloudflare; portais internacionais, brasileiros e do Tocantins ficam instáveis
A internet registrou na manhã desta terça-feira (18) um apagão global que afetou milhões de sites, incluindo portais de notícias, redes sociais e serviços essenciais. A instabilidade foi causada por uma falha na Cloudflare, empresa que opera DNS, CDN, segurança e certificados SSL utilizados por plataformas de todo o mundo.
Em comunicado, a Cloudflare informou que identificou “instabilidades críticas de rede que afetam o funcionamento de diversos serviços globais” e que equipes técnicas trabalham para normalizar o tráfego. A empresa descreveu o episódio como “uma interrupção generalizada causada por falhas na propagação de rotas e desempenho de infraestrutura”.
Sites afetados no mundo
Portais internacionais registraram lentidão ou falha completa de acesso, incluindo:
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BBC
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CNN Internacional
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The Guardian
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The New York Times
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Reuters
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Sky News
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Al Jazeera
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El País
A instabilidade também atingiu plataformas como X, Reddit e serviços que dependem de APIs externas.
Brasil também sentiu o impacto
Entre os sites brasileiros com instabilidade, usuários relataram problemas em:
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G1
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UOL
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Folha de S.Paulo
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Estadão
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CNN Brasil
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O Globo
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Metrópoles
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Band Jornalismo
Serviços de streaming, e-commerce e sistemas corporativos baseados em Cloudflare também oscilaram.
Tocantins entre os atingidos
No Estado, veículos que utilizam DNS e camadas de proteção conectadas à Cloudflare apresentaram lentidão ou falhas:
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Diário Tocantinense
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AF Notícias
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Portal O Norte
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Gazeta do Cerrado
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T1 Notícias
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Surgiu
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Portal Stylo
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Norte Agropecuário
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Conexão Tocantins
Páginas de órgãos públicos que utilizam certificação ou roteamento externo também oscilaram.
O que diz a Cloudflare
A empresa afirmou que já iniciou o processo de restauração:
“Nossa equipe está trabalhando para estabilizar a rede e restaurar completamente os serviços afetados. O incidente tem impacto global e seguirá sendo monitorado até a recuperação total.”
Situação segue em acompanhamento
A normalização deve ocorrer de forma gradual, conforme as rotas e sistemas forem reestabelecidos. Empresas de mídia, tecnologia e serviços financeiros monitoram a situação para evitar novos efeitos em cadeia.