Promotor do MPTO e familiares ficam feridos em colisão envolvendo três caminhonetes na BR-153
O promotor de Justiça Caleb de Melo, do Ministério Público do Tocantins (MPTO), ficou ferido após um acidente automobilístico na noite de segunda-feira (8), quando viajava com familiares de Colinas do Tocantins para Palmas. A colisão ocorreu no km 260 da BR-153, trecho conhecido pelo alto fluxo de veículos e pelo histórico de ocorrências graves no norte do estado.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o sinistro foi registrado por volta das 18h e envolveu três caminhonetes — uma Ford Ranger, uma Volkswagen Amarok e uma Fiat Toro. A batida foi frontal, dinâmica que, de acordo com especialistas em segurança viária, tende a gerar impactos de alta energia, especialmente em rodovias de pista simples como a BR-153.
Na Ford Ranger, onde estavam o promotor e seus familiares, duas vítimas apresentaram ferimentos. Uma delas foi encaminhada para atendimento em Araguaína, enquanto outra seguiu para um hospital de Palmas. Equipes do Corpo de Bombeiros também se deslocaram ao local para apoio no resgate e na estabilização das vítimas.
O MPTO informou que, após o impacto, o promotor de Justiça, sua esposa e uma afilhada foram levados para Araguaína, onde receberam atendimento médico. A instituição confirmou que todos estão fora de risco. A esposa do promotor, que conduzia o veículo no momento da colisão, sofreu fraturas no tornozelo e permanece em observação. Caleb de Melo relatou apenas dores leves, passou por exames e recebeu alta ainda na noite de segunda-feira.
A reportagem apurou que o trecho onde ocorreu o sinistro é alvo frequente de reclamações por parte de motoristas devido ao tráfego intenso e às dificuldades de ultrapassagem. Dados da PRF mostram que colisões frontais permanecem entre os tipos de acidentes mais letais nas rodovias federais, especialmente em segmentos com grande presença de veículos pesados.
Até o momento, não há informações oficiais sobre as causas do acidente. A PRF segue responsável pela investigação preliminar, e o MPTO informou que acompanha a evolução clínica dos envolvidos.