Conhecido como “curraleiro”, Wanderlei Barbosa traz o Tocantins de volta aos eixos ao entregar, no dia 22, a Ponte JK com o ministro Renan Filho e garantir PCCR, progressões e dignidade aos servidores
Por muito tempo, o Tocantins carregou um rótulo incômodo e injusto: o de Estado curraleiro, preso à pobreza administrada, à dependência política e a governos que prometiam muito e entregavam pouco. Esse estigma começou a ser desmontado com ações concretas, decisões firmes e presença de governo. No centro dessa virada está o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos).
No dia 22, ao lado do ministro dos Transportes, Renan Filho, Wanderlei entrega a Ponte Juscelino Kubitschek, restabelecendo a ligação entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Não é apenas uma obra de infraestrutura: é um símbolo de reconexão econômica, social e logística. A ponte devolve ao Tocantins o fluxo do transporte de cargas, a mobilidade das famílias e o acesso pleno às rotas do desenvolvimento nacional.
Quando a antiga estrutura colapsou, o Estado não ficou paralisado. O Governo do Tocantins agiu, garantiu travessias emergenciais, reorganizou rotas alternativas, pressionou Brasília e manteve a economia funcionando até a solução definitiva. A entrega da Ponte JK não é acaso — é resultado de liderança, articulação e insistência política.
Mas o governo Wanderlei Barbosa não se sustenta apenas em concreto e asfalto. Ele se sustenta, sobretudo, em gente valorizada. O anúncio do pagamento do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da Educação, com efeitos retroativos a outubro, somado à concessão de mais de 1,3 mil progressões, representa uma ruptura clara com o passado de atrasos, incertezas e desrespeito aos servidores públicos.
Professor com salário em dia, carreira reconhecida e progressão garantida não é favor. É direito. E direito cumprido é marca de governo sério. Wanderlei entendeu que colocar o Tocantins nos eixos passa por respeitar quem sustenta o serviço público, especialmente na educação, base real de qualquer transformação social.
Ao mesmo tempo, o governador retomou mais de 100 obras paralisadas, reorganizou a educação integral, colocou ordem nas contas e tratou o equilíbrio fiscal como instrumento de gestão — não como desculpa para inércia. Isso desmonta o modelo antigo, baseado na dependência, na política do favor e na manutenção da pobreza como ferramenta eleitoral.
O Tocantins que emerge desse processo não é o do curral, nem o da promessa vazia. É o Tocantins que trabalha, produz, se conecta e respeita seus servidores. A Ponte JK liga margens de um rio; as decisões de Wanderlei Barbosa ligam o Estado a um novo ciclo de dignidade e desenvolvimento.
Goste-se ou não do estilo, os fatos são objetivos: obra entregue, salário pago, carreira valorizada e Estado funcionando. O Tocantins voltou aos eixos — e isso tem um responsável claro.