Família Siqueira Campos quebra o silêncio após crise de saúde de Ana Gabriela e faz apelo público

Família Siqueira Campos quebra o silêncio após crise de saúde de Ana Gabriela e faz apelo público
Gabriela Siqueira Campos, filha do prefeito Eduardo Siqueira Campos,
Fernanda CappellessoPor Fernanda Cappellesso 15 de janeiro de 2026 339

A família de Ana Gabriela Siqueira Campos, médica anestesiologista e atual secretária de Proteção e Bem-Estar Animal, divulgou uma nota oficial nesta semana após a repercussão de um episódio envolvendo o estado de saúde da gestora. O comunicado foi encaminhado ao Diário Tocantinense e a outros veículos de imprensa com o objetivo de esclarecer os fatos e pedir cautela na divulgação do caso.

Segundo a família, o episódio ocorreu em uma data de forte carga emocional: o dia em que se completaram 15 anos da morte de Gabriel, irmão de Ana Gabriela. De acordo com o relato, o impacto psicológico da data teria desencadeado uma crise, levando a gestora a sair de casa sem orientação adequada.

Pouco tempo depois, Ana Gabriela foi encontrada desorientada nas proximidades da rodoviária, o que mobilizou familiares e autoridades. A mãe, Polyanna, ao localizar a filha, tentou acolhê-la e conduzi-la de volta para casa. Durante esse momento, houve resistência, e ambas acabaram caindo no chão.

Diante da aproximação de uma viatura da Polícia Militar, Polyanna solicitou auxílio imediato. Os policiais acionaram uma ambulância, e Ana Gabriela foi encaminhada para atendimento médico, onde passou por avaliação clínica e recebeu medicação, conforme protocolos de saúde.

Na nota assinada por Eduardo, Polyanna, Samuel, Gael e demais familiares, o grupo afirma que o quadro é grave e envolve risco, reforçando que se trata de uma situação de saúde acompanhada por profissionais especializados.

“A situação da minha filha é grave, envolve risco de vida”, diz o trecho do comunicado enviado à imprensa.

A família enfatiza que o episódio não deve ser tratado como caso policial ou político, mas como uma questão de saúde, e faz um apelo público por respeito, empatia e responsabilidade na abordagem do tema. Os familiares também solicitam que, sempre que possível, o caso seja mantido no âmbito familiar, evitando especulações e exposições desnecessárias.

Especialistas em saúde mental ouvidos pelo Diário Tocantinense em situações semelhantes reforçam que datas associadas a perdas traumáticas podem funcionar como gatilhos emocionais, especialmente em pessoas que já enfrentam processos de luto prolongado ou histórico de acompanhamento psicológico. Nessas circunstâncias, a orientação é priorizar acolhimento, atendimento médico e redução de estímulos externos.

A família Siqueira Campos encerra a nota agradecendo o apoio recebido e pedindo compreensão da sociedade neste momento delicado.

Notícias relacionadas