Fé e Ação: Apóstolo Bueno Júnior alerta sobre “mensageiros do caos” e defende escolha pela esperança

Em meio a um cenário marcado por excesso de informações negativas, o Apóstolo Bueno Júnior fez um alerta sobre o comportamento de pessoas que, segundo ele, têm se tornado “porta-vozes do caos” no dia a dia.
A reflexão parte de situações comuns da rotina. “Abre o celular e é crise, liga a TV e é medo, conversa com alguém e é desânimo”, afirmou o apóstolo, ao destacar o impacto do consumo constante de notícias negativas na forma como as pessoas pensam e se posicionam.
Durante a mensagem, ele citou o versículo bíblico de Lamentações 3:21 — “quero trazer à memória o que me pode dar esperança” — para explicar que, mesmo diante de cenários difíceis, é possível escolher o que ocupará a mente.
Segundo Bueno Júnior, o problema não está apenas na realidade enfrentada, mas na forma como ela é absorvida e reproduzida. “Quem não governa a própria mente se torna mensageiro do caos mesmo sem perceber”, destacou.
O líder religioso também afirmou que aquilo que uma pessoa consome internamente tende a ser refletido em suas atitudes. “Se você só consome medo, você espalha medo. Se você só foca na crise, você multiplica a crise”, disse.
Por outro lado, ele defende que a esperança pode atuar como agente de transformação. “Se você decide trazer à memória a esperança, você se torna uma voz que levanta, cura e direciona”, pontuou.
Ainda segundo o apóstolo, ter esperança não significa ignorar a realidade, mas adotar uma perspectiva mais ampla diante das dificuldades. Ele relembrou que o próprio profeta Jeremias escreveu sobre esperança em um contexto de destruição, o que reforça, segundo ele, a importância da escolha individual.
A mensagem termina com um questionamento direto ao público: que tipo de mensagem cada pessoa tem transmitido no ambiente em que vive.
Para Bueno Júnior, o mundo já conta com excesso de discursos negativos, e o diferencial está em quem decide agir com fé e responsabilidade emocional. “O que falta são pessoas que carregam esperança com autoridade”, concluiu.