O som de uma sala viva: Carol Maia lança projeto audiovisual gravado em rolo no Estúdio Urutu

O som de uma sala viva: Carol Maia lança projeto audiovisual gravado em rolo no Estúdio Urutu
Foto: Divulgação
Direto de PEPor Direto de PE 19 de abril de 2026 0
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Lançado em 09 de abril, EP aposta no som orgânico para conquistar ainda mais espaço na cena

O Estúdio Urutu, centro de produção paulistano especializado em captação analógica e audiovisual de alta fidelidade, é o núcleo criativo onde Carol Maia gravou seu novo EP “Urutu Fitas”, que chegou aos apps no dia 09 de abril via Algohits. Operando sob o selo Urutu Discos, o espaço diferencia-se por uma metodologia “sem telas ou mouses”, utilizando gravadores de rolo e fita magnética para registrar sessões em tempo real, sem o auxílio de edições digitais ou do comando “desfazer”. Sob a direção técnica de Otavio Cintra e curadoria de Vicente Barroso, o estúdio resgata a urgência criativa da década de 70 para preservar a “música real”, unindo a textura quente do som artesanal à inteligência de distribuição global fornecida pela parceria com a Algohits.

A Filosofia do Som Analógico

 Diferente das produções convencionais, o Estúdio Urutu foca na compressão natural do meio analógico e na acústica de suas salas (como a “Sala da Frente”) para criar uma sonoridade envolvente. No projeto de Carol Maia, essa técnica permitiu que as faixas fossem registradas em take único, priorizando a verdade da interpretação vocal ao lado dos músicos José Miguel Brasil e Thomás Medeiros. O objetivo do selo é garantir que a espontaneidade do palco permaneça intacta, oferecendo uma alternativa orgânica ao mercado fonográfico atual.

Escalabilidade e Distribuição Digital 

A colaboração estratégica permite que o Estúdio Urutu mantenha sua essência independente e artesanal enquanto a Algohits como hub de inteligência, converte o método old school de captação em arquivos digitais de alta performance para plataformas como Spotify e Apple Music. O lançamento é reforçado por uma live session no YouTube, consolidando a narrativa audiovisual do estúdio e conectando a estética de 1970 à velocidade do consumo digital contemporâneo.

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