Viroses, dengue e gripe pressionam hospitais no Tocantins e acendem alerta

Viroses, dengue e gripe pressionam hospitais no Tocantins e acendem alerta
Fernanda CappellessoPor Fernanda Cappellesso 30 de abril de 2026 0
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O Tocantins enfrenta um aumento simultâneo de virose, gripe, bronquiolite e dengue, cenário que já pressiona unidades de saúde e acende alerta para grupos mais vulneráveis.

Dados monitorados por instituições como a Fiocruz indicam crescimento de vírus respiratórios no país, enquanto o avanço da dengue em 2026 amplia a demanda por atendimento. Em cidades como Palmas, Araguaína e Gurupi, profissionais de saúde relatam aumento na procura por UPAs, hospitais e clínicas, com destaque para casos pediátricos e idosos.

Na prática, o que se observa é a sobreposição de doenças:

  • Gripe e bronquiolite, com impacto maior em crianças pequenas
  • Viroses gastrointestinais, com risco de desidratação
  • Dengue, que exige atenção para sinais de gravidade

Médicos apontam que o principal problema não é apenas o número de casos, mas a velocidade de agravamento em pacientes vulneráveis, especialmente recém-nascidos, idosos e pessoas com comorbidades.

SINAIS DE ALERTA (quando procurar atendimento imediato)

  • Febre alta persistente
  • Falta de ar ou respiração acelerada
  • Sonolência ou prostração
  • Vômitos frequentes e sinais de desidratação
  • Dor intensa no corpo ou atrás dos olhos (dengue)

O QUE FAZER PARA PREVENIR

  • Manter vacinação contra gripe atualizada
  • Reforçar hidratação, principalmente em crianças e idosos
  • Evitar exposição a ambientes fechados e aglomerações
  • Eliminar água parada para conter o mosquito da dengue
  • Higienizar mãos e superfícies com frequência

A orientação de especialistas é clara: quadros leves podem ser acompanhados em casa, mas qualquer sinal de piora exige avaliação rápida. A combinação de vírus respiratórios com dengue, comum neste período do ano, aumenta o risco de complicações.

A Secretaria Estadual de Saúde reforça que a rede segue em funcionamento, mas pede que a população utilize corretamente os serviços, priorizando UPAs e hospitais para casos moderados e graves.

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