Mercados hoje: Ásia avança, Europa recua e Wall Street aponta alta; veja o que mexe com bolsas, dólar e investimentos nesta sexta

Mercados hoje: Ásia avança, Europa recua e Wall Street aponta alta; veja o que mexe com bolsas, dólar e investimentos nesta sexta
Painel de câmbio acompanha oscilações do dólar, euro e iene em meio às incertezas do mercado internacional e aos impactos sobre a economia brasileira.
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 18 de setembro de 2026 9

Ásia fecha em alta, Europa recua e Wall Street aponta ganhos nesta sexta; juros e queda do petróleo movimentam os mercados globais.

O mercado financeiro abriu esta sexta-feira (18) com movimentos diferentes entre as principais economias do mundo. A Ásia terminou o dia em alta, as bolsas europeias registravam perdas pela manhã e os futuros dos Estados Unidos indicavam abertura positiva em Wall Street.

No Japão, o Nikkei avançou 1,38%, mesmo após o Banco do Japão elevar a taxa básica de juros para 1,25% ao ano, o maior nível em 31 anos. Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 2,66%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,60%. Os índices da China continental também terminaram o pregão no campo positivo.

O cenário mudou na Europa. Pela manhã, o Stoxx 600 recuava 0,35%, pressionado principalmente por empresas dos setores de telecomunicações, petróleo e gás. Londres, Paris, Frankfurt, Madri e Milão também registravam perdas.

Nos Estados Unidos, os futuros apontavam ganhos antes da abertura. Por volta das primeiras horas da manhã no Brasil, Nasdaq, S&P 500 e Dow Jones apareciam no campo positivo, com as empresas de tecnologia dando suporte ao movimento.

O petróleo continua sendo uma das principais peças do quebra-cabeça financeiro mundial. O Brent recuava pelo terceiro pregão consecutivo, mas ainda permanecia acima dos US$ 100 por barril. No Brasil, a referência anterior era o fechamento de quinta-feira, quando o dólar terminou em R$ 5,139 e o Ibovespa encerrou aos 185.992 pontos.

O mercado brasileiro também acompanha as decisões recentes de juros. O Copom reduziu a Selic de 14% para 13,75% ao ano, enquanto o Federal Reserve elevou os juros americanos. Ao longo do dia, o comportamento do petróleo, novos indicadores dos Estados Unidos, cenário fiscal brasileiro e a política monetária mundial deverão continuar influenciando os negócios.

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