DT defende liberdade de imprensa: questionar candidatos é compromisso com o eleitor
Diário Tocantinense reafirma liberdade de imprensa, direito à crítica e compromisso de ouvir candidatos e apresentar informações verificáveis.
O Diário Tocantinense reafirma que perguntar, investigar e publicar análises críticas integra o exercício do jornalismo. Candidatos e autoridades podem discordar de uma reportagem; o eleitor continua tendo o direito de conhecer informações relevantes e diferentes versões.
A Constituição protege a atividade de comunicação, o exercício profissional e o acesso à informação. O artigo 220 assegura a liberdade de informação jornalística e veda a censura política, ideológica e artística. Também existem garantias de honra, imagem e direito de resposta. Fonte: Constituição Federal.
Conforme informado por seu responsável, o DT registra sua filiação à FENAJ e à AVECOM.
A posição editorial do jornal é que liberdade de imprensa exige trabalho responsável: identificar fontes, conferir documentos, distinguir notícia de opinião e corrigir informações quando necessário.
O DT reafirma que procurou ouvir todos os candidatos e mantém espaço para manifestações. Nos textos, esse compromisso precisa aparecer de forma verificável, com respostas identificadas e informação sobre eventual ausência de retorno.
Ao eleitor, fica a reflexão: uma imprensa útil não se mede pela quantidade de elogios que faz a um candidato, mas pela qualidade das informações que oferece para avaliar todos eles.