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Operação da PF mira em grupo suspeito de fraudar licitações e lavar dinheiro durante pandemia em Palmas e Gurupi; grupo envolve empresários e servidores do estado

Ao todo 18 mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a Operação da Polícia federal que investiga fraudes em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro possivelmente praticados por empresários e servidores públicos no Estado do Tocantins. As buscas e apreensões foram deflagradas em seis estados e no Distrito Federal.

A Operação, intitulada "Broken Armour", faz parte etapa ostensiva dos desdobramentos da "Operação Ophiocordyceps", que apura suspeitas de que uma organização social contratada para o gerenciamento de leitos clínicos e de UTI em hospitais nas cidades de Palmas e Gurupi, ambos, no Estado do Tocantins, teria superfaturado o valor dos insumos e serviços prestados.

Segundo a Polícia Federal, a organização social criminosa teria recebido aproximadamente R$ 90 milhões de reais para a gestão dos dois hospitais durante as ações de enfrentamento à pandemia do Covid-19 nos anos de 2020 e 2021, sendo parte deste valor desviado em proveito de agentes públicos e empresários vinculados à referida organização.

"De acordo com as provas e os indícios colhidos pela PF, o suposto esquema criminoso envolveria superfaturamento, sobrepreço, pagamento por serviço não prestado ou  pagamento em duplicidade e subcontratação de empresas de fachada localizadas em outros estados da federação, além de lavagem de dinheiro de origem ilícita", afirmou a PF.

Os Policiais Federais cumpriram 18 (dezoito) mandados de busca e apreensão nas cidades de Brasília/DF, Belém/PA, Anápolis/GO, Goiânia/GO, Umuarama/PR, Boa Vista/RR, Ribeirão Preto/SP, Cotia/SP, São Paulo/SP e Maceió/AL. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 4a Vara Federal Criminal do Tocantins.

Os indiciados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de lavagem de dinheiro, fraude a licitação e organização criminosa, com penas que somadas, podem chegar a 23 anos de reclusão, além da perda de bens e valores suficientes para a reparação dos danos decorrentes das infrações penais.

A expressão "Broken Armour", escolhida como nome da Operação, significa "armadura quebrada" e remete à descoberta (quebra) do segredo (proteção) sobre como funcionava a criação e existência de empresas instrumentalizadas para a proteção de pessoas suspeitas de integrar a suposta organização criminosa.

 

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