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Justiça Eleitoral barra propaganda de Eduardo Fortes após ataques irregulares a Josi Nunes ambos candidatos em Gurupi

A Justiça Eleitoral determinou, em caráter liminar, a suspensão imediata de uma propaganda eleitoral do candidato Eduardo Fortes, veiculada pela TV Anhanguera no dia 9 de setembro, que atacava diretamente a atual prefeita de Gurupi, Josi Nunes (União Brasil). A decisão considerou o conteúdo da propaganda como uma violação das normas eleitorais vigentes, destacando o uso indevido de computação gráfica e efeitos especiais, práticas proibidas pela legislação.

O contexto

O vídeo em questão foi alvo de análise da Justiça Eleitoral após denúncia formalizada pela equipe da prefeita Josi Nunes. Segundo a denúncia, a peça publicitária utilizava efeitos visuais para criar uma representação distorcida da realidade, com o objetivo de enfraquecer a imagem pública da gestora. Tais práticas são consideradas ilegais, uma vez que podem induzir o eleitorado ao erro, configurando manipulação e abuso de poder midiático.

A legislação eleitoral brasileira estabelece limites rígidos para a veiculação de conteúdos que possam influenciar indevidamente o processo eleitoral, preservando a lisura e a imparcialidade das campanhas. A proibição do uso de recursos audiovisuais que alterem a percepção dos fatos visa garantir um ambiente de competição justa entre os candidatos, sem que a tecnologia seja utilizada como ferramenta de desinformação.

Decisão da Justiça

A Justiça determinou que Eduardo Fortes está proibido de reexibir a propaganda em questão em qualquer plataforma ou meio de comunicação, seja em televisão, rádio ou internet. Caso o candidato descumpra a ordem, estará sujeito a uma multa de R$ 5 mil por cada nova exibição da propaganda irregular.

Além disso, a decisão ressalta que a remoção do conteúdo não elimina a possibilidade de futuras sanções, caso a irregularidade venha a ser reincidente ou a campanha de Fortes siga adotando estratégias consideradas desleais. A Justiça Eleitoral tem adotado uma postura rígida em relação a práticas abusivas, principalmente no que se refere ao uso de mídias audiovisuais para atacar adversários de forma desproporcional ou irregular.

Reação de Josi Nunes

Após ser informada da decisão, a prefeita Josi Nunes comentou sobre a relevância do respeito às normas eleitorais para a manutenção de um ambiente democrático. Segundo a prefeita, a medida judicial foi uma resposta adequada para garantir a integridade do processo eleitoral. “Respeitar a lei eleitoral é fundamental para assegurar uma disputa justa e equilibrada. Quando um candidato tenta obter vantagens por meio de práticas ilegais, como o uso de efeitos especiais para atacar adversários, isso fere a democracia. A justiça agiu de maneira correta ao suspender essa propaganda, que não refletia a verdade e manipulava a opinião pública”, afirmou.

Josi Nunes também destacou que, em tempos de crescente polarização política, é essencial que todos os candidatos se comprometam a seguir as regras e se abstenham de ações que possam desinformar ou confundir o eleitorado. Ela ressaltou que sua campanha se pauta pela transparência e respeito às instituições democráticas.

Implicações para a Campanha

Segundo o especialista em direito eleitoral, Manuela Siqueira, a suspensão da propaganda de Eduardo Fortes terá impacto direto na estratégia de sua campanha, forçando o candidato a readequar sua comunicação dentro dos parâmetros da legislação eleitoral. “A decisão judicial destaca a importância de um controle rigoroso sobre o conteúdo das propagandas, especialmente no cenário atual, em que as mídias audiovisuais têm papel crucial na disputa por votos. Esse episódio reforça a necessidade de campanhas responsáveis, sem recorrer a artifícios que desinformem o eleitor e prejudiquem o debate público”, afirmou Siqueira.

Ela ainda pontuou que a Justiça Eleitoral não só pune abusos, mas educa os candidatos sobre os limites éticos de suas campanhas, garantindo um processo eleitoral justo. “A decisão contra Eduardo Fortes deixa claro que práticas ilegais não serão toleradas. Ao suspender a propaganda e impor multa, a Justiça reafirma seu compromisso em preservar a integridade das eleições e a liberdade de escolha dos eleitores”, concluiu.

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