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Mercado laterizado, cotação estável no TO e autorização de estabelecimentos brasileiros na exportação; confira

O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar um perfil mais lateralizado nas negociações. De acordo com a Scot Consultoria, os pecuaristas têm atuado de maneira mais comedida na comercialização, ainda contando com o respaldo das pastagens, que no mês tiveram grande volume de chuvas.

“A oscilação vai em linha com o atual cenário “truncado”. De um lado, pecuaristas com pastagens em melhores condições (graças às recentes chuvas) retendo animais em busca de preços melhores e do outro, a indústria pressionando os preços e buscando manter/alongar escalas de abate, comprando pequenos lotes e aguardando sinais de melhora no atacado e varejo para acelerar”, explica  Raphael Galo, analista da Scot Consultoria.

Quanto às exportações de carne bovina in natura, março foi o segundo melhor mês da história. Para o confinamento, segundo a Scot, “as perspectivas são positivas, principalmente para o segundo giro, mas atenção ao custo com a alimentação, principalmente para o milho”.

Praças monitoradas 

Nas praças paulistas, as ofertas seguem equilibradas, atendendo a uma demanda ainda contida. Os preços seguem estáveis para todas as categorias de bovinos terminados.

Em Minas Gerais, o cenário não é diferente, já que as negociações se mantiveram firmes em todas as regiões monitoradas, sem alterações nos preços.

Cotação – Boi gordo 

Na região sul do Tocantins as cotações seguem estáveis. Boi China à Prazo sendo negociado a R$230. Já no mercado físico os valores seguem sendo, TO- Sul R$200 á vista e TO Norte R$210.

A vaca gorda segue sendo negociada a R$180,50 à vista na região sul, e R$183,50 à vista na região norte. A Novilha segue sendo negociada a vista na região sul por R$183,50 e norte R$188,50.

Estabelecimentos brasileiros na exportação

Na última segunda o governo brasileiro recebeu a decisão do governo chinês, de habilitar sete frigoríficos nacionais a exportar soro fetal bovino para aquele mercado. Três dos estabelecimentos estão em Goiás, dois em São Paulo, um em Mato Grosso do Sul e um em Minas Gerais.

De acordo com a Scot Consultoria, o soro fetal bovino é um componente fundamental para o cultivo de células em laboratório, contribuindo para avanços na pesquisa biomédica e na produção de vacinas e medicamentos. 

Esta é a segunda grande habilitação pela China de estabelecimentos para exportação em menos de um mês. Em meados de março, foram concedidas 38 autorizações, sendo oito abatedouros de frango, 24 de bovinos, um estabelecimento de termoprocessamento de carne bovina e cinco entrepostos.

Com informações e analises da Scot Consultoria
 

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