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O que fazem os Delegados? Uma campanha do Sindicato dos Delegados de Polícia

Para começar bem uma nova série de relatos relacionados à realidade das Delegacias, optamos por começar pela presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Tocantins, Dra. Sarah Lilian de Souza, que além dessa função, acumula a titularidade da 3ª DEIMPO de Araguaína e da 30ª DP, do município de Wanderlândia. 

Em Wanderlândia, como única Delegacia, chegam todos os tipos de crimes, mas na  Delegacia Especializada de Repressão às Infrações de Menor Potencial Ofensivo de Araguaína (DEIMPO), o que mais se recebe são casos de lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, presente no Art. 303 do Código de Trânsito Brasileiro, ou seja, acidentes de trânsito. Mas o que o cidadão tocantinense deve entender sobre essa Delegacia é que ela vai somente ser responsável pela criminalização do ocorrido e não vai intermediar acordo de recuperação de bens entre os envolvidos. O interessado deve, nessa situação, entrar com ação civil. Outros casos recebidos por essa Delegacia Especializada são crimes com penas de até 2 anos, como os que envolvem a honra – a exemplo, calúnia, injúria e difamação. 

Desafios

Como um dos maiores desafios, tem-se a estrutura. Embora algumas melhorias tenham sido feitas, ainda há problemas como a falta de escrivão na 30ª DP de Wanderlândia, o que exige que a Delegada titular realize as atividades que seriam atribuídas ao profissional. E apesar de todas essas dificuldades, o que envolve a locomoção entre Palmas, Araguaína e Wanderlândia e o pagamento de horas que gasta com o Sindicato – já que ainda está em estágio probatório – a Delegada se diz motivada pelos desafios. “Conciliar as duas delegacias e o Sindicato tem sido um desafio, mas sou movida a desafios e isso me estimula a ir adiante e conquistar as metas que tracei”, compartilha. 

O que é ser Delegada?

Para Sarah Lilian, a profissão é sobre desafios. “Enfrentamos a cada dia uma nova situação, recebemos na delegacia pessoas com diversos problemas e que tiveram seus direitos violados. O Delegado de Polícia, além de conhecimento técnico, deve ter controle emocional para lidar com cada um desses desafios”, afirma. 

Além disso, “todos os dias saímos de casa para defender pessoas que não conhecemos, e pela qual nos arriscamos. A polícia muitas vezes é desvalorizada e hostilizada, mas somos os primeiros a deixar nossas famílias para socorrer vítimas e solucionar crimes, para que a justiça seja mantida”, finaliza a Delegada.

Sarah Lilian de Sousa Rezende

É Delegada há 2 anos e meio, eleita para representar a classe como presidente do Sindepol/TO para o biênio 2019/2021 e autora do livro “Assassinos em série: doentes ou criminosos?”. (Assessoria de imprensa)

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