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Superlua encerra o ano com espetáculo celeste e impactos ao redor do mundo

Na sexta-feira, 15 de novembro de 2024, o mundo testemunhou a última superlua do ano, um evento em que a Lua cheia coincide com seu perigeu — o ponto mais próximo da Terra em sua órbita elíptica. Nessas ocasiões, o satélite natural pode parecer até 14% maior e 30% mais brilhante do que o habitual, proporcionando um espetáculo celestial apreciado por observadores em diversas partes do globo.

O fenômeno da superlua

A órbita da Lua ao redor da Terra não é perfeitamente circular, mas elíptica, o que faz com que a distância entre os dois corpos celestes varie ao longo do mês. Quando a fase de Lua cheia ocorre simultaneamente ao perigeu, temos a superlua. Essa proximidade resulta em uma Lua aparentemente maior e mais luminosa no céu noturno. Em 2024, foram registradas quatro superluas, sendo a última em 15 de novembro.

Observações ao redor do mundo

Em Londres, a superlua foi registrada sobre pontos icônicos da cidade, como a Catedral de São Paulo, oferecendo vistas deslumbrantes para moradores e turistas. Nos Estados Unidos, observatórios e entusiastas da astronomia organizaram eventos especiais para acompanhar o fenômeno, aproveitando a oportunidade para educar o público sobre as características e a importância da Lua.

No Brasil, diversas cidades promoveram sessões de observação pública, com telescópios disponibilizados em praças e parques, permitindo que a população apreciasse a superlua em detalhes. Em São Paulo, o Planetário do Ibirapuera realizou uma programação especial, incluindo palestras e atividades educativas relacionadas ao evento.

Significados culturais e celebrações

A Lua cheia, especialmente quando se apresenta como superlua, possui significados culturais profundos em várias sociedades. Na China, por exemplo, o Festival da Lua, também conhecido como Festival do Meio Outono, é uma celebração tradicional que ocorre durante a Lua cheia mais próxima do equinócio de outono. Embora em 2024 o festival tenha ocorrido em setembro, a superlua de novembro também foi motivo de celebração em algumas comunidades chinesas, que organizaram reuniões familiares e atividades culturais para apreciar a beleza lunar.

Na Índia, a Lua cheia de novembro coincide com o festival Kartik Purnima, uma data sagrada no calendário hindu. Durante esse período, devotos realizam banhos rituais em rios sagrados e acendem lâmpadas para homenagear deuses e deusas, aproveitando a luz da Lua cheia para iluminar templos e residências.

No Japão, a tradição do “Tsukimi” ou “contemplação da Lua” é uma prática secular que envolve apreciar a Lua cheia de outono, geralmente em setembro ou outubro. No entanto, a superlua de novembro também atraiu a atenção de muitos japoneses, que organizaram encontros ao ar livre para observar o fenômeno, acompanhados de música e poesia.

Impactos na natureza e na ciência

Além dos aspectos culturais, a superlua tem efeitos observáveis na natureza. A maior proximidade da Lua com a Terra intensifica as marés, resultando em marés mais altas, conhecidas como marés de perigeu. Essas variações são monitoradas por cientistas e autoridades costeiras para prever possíveis inundações em áreas vulneráveis.

Do ponto de vista científico, a superlua oferece uma oportunidade para estudos mais detalhados da superfície lunar. Astrônomos aproveitam a maior luminosidade para capturar imagens de alta resolução, contribuindo para pesquisas sobre a geologia e a história do satélite natural.

Considerações finais

A superlua de novembro de 2024 não foi apenas um espetáculo visual, mas também um evento que reforçou a conexão entre fenômenos astronômicos e as diversas culturas ao redor do mundo. A observação da Lua cheia, especialmente em sua forma mais brilhante e próxima, continua a inspirar admiração e reverência, evidenciando a influência duradoura da Lua na vida humana.

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