Colinas

Balança volta a se equilibrar: Amália Santana volta a ser maioritária para surpresa de Rabelistas em Colinas do Tocantins, após resultado das urna

Após a intensa busca por votos na cidade de Colinas do Tocantins, que conta com cerca de quase vinte e dois mil eleitores os grupos de Amália Santana (PT) e de Adriano Rabelo (PRB) tornaram a se enfrentar no ultimo pleito deste domingo (07).

Foto: Divulgação
  • Ricardo Almeida
  • Da Redação
  • 08 de outubro de 2018

Após a intensa busca por votos na cidade de Colinas do Tocantins, que conta com cerca de quase vinte e dois mil eleitores os grupos de Amália Santana (PT) e de Adriano Rabelo (PRB) tornaram a se enfrentar no ultimo pleito deste domingo (07). Adriano e seu grupo buscavam a majoritária para seu candidato o deputado estadual reeleito, Eduardo do Dertins (PPS), no entanto perdeu a queda de braço para o Petismo Colinense.

Ressaqueados ainda da ultima eleição municipal o grupo Petista liderado pelo ex-prefeito, José Santana (PT) foi para o embate nas ruas defendendo a reeleição de sua irmã a deputada estadual Amália Santana (PT), que conseguiu ser reeleita com 4.429 votos apenas do eleitorado colinense. O grupo do PT de Colinas ainda não engoliu a derrota de Fabricio Santana na ultima eleição pelo atual prefeito Adriano Rabelo.

A grande maioria da base de Adriano Rabelo defendeu o nome do deputado Eduardo do Dertins nas ruas e avenidas da cidade somando para ele 2.204 votos, tornando-se o segundo colocado na disputada na cidade. A diferença de votos entre Dertins e Amália são apenas 2.025 votos ao que tudo indica o Petismo ressurgiu das cinzas e promete dar trabalho para o gestor na esfera estadual e ate mesmo em 2020 novamente na eleição municipal que já começa a se desenhar desde ontem em conversas de porta de rua e buchichos.

Se o governador eleito, Mauro Carlesse levar a risca a “governabilidade” e “majoritária”, Amália Santana poderá novamente ser a maior indicadora dos cargos na cidade, haja vista pelo potencial de votos conquistados nas urnas e o seu trânsito em todos os grupos na Assembleia Legislativa. O que resta e aguardar os próximos capítulos do pós-eleição 2018 e o que esta definição acarretará no futuro.

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