Carlesse declara estado de calamidade pública no Tocantins

Os prefeitos dos municípios do Estado deve adotar as medidas declaradas em razão da grave crise de saúde pública, econômico-orçamentária e social decorrente da pandemia.

Da Redação

Neste sábado,21, o Governador do Estado assinou o decreto de calamidade pública em todo território tocantinense, afetado pela confirmação de casos da COVID-19 (novo Coronavírus). De acordo com o Diário Oficial do Estado, os prefeitos dos municípios do Estado deve adotar as medidas declaradas em razão da grave crise de saúde pública, econômico-orçamentária e social decorrente da pandemia.

O decreto dispensa licitação para aquisição de bens, serviços e insumos de saúde destinados ao enfrentamento da emergência de saúde pública, além de convocar todos os profissionais da saúde vinculados ao Estado para o cumprimento de eventuais escalas de emergência que possam ser estabelecidas pela Secretaria de Estado da Saúde.

Além disso, visitas às unidades prisionais e hospitalares de rede pública sofrerão restrições e a Polícia Miliar (PM) fica incumbida de prestar o apoio necessário ao cumprimento deste decreto.

O transporte público deverá reduzir pela metade a capacidade de usuários sentados e deverá realizar limpeza minuciosa diariamente nos veículos e no sistema de ar-condicionado, bem como, oferecer álcool em gel e manter o veículo arejado sempre que possível.

Eventos de qualquer natureza que ocorra com aglomerações de pessoas também ficam vetados durante o decreto. Os estabelecimentos devem oferecer materiais de higiene para funcionários e clientes e estabelecer escala, revezamento ou alteração de jornada a fim de reduzir o fluxo de pessoas.

Pessoas que fazem parte do grupo de risco podem solicitar férias regulamentares e licença-prêmio, assim como prestar serviço interno e através de meios virtuais.

Os agentes públicos infectados ou que tenha contato com pessoas infectadas estão dispensados do trabalho no período mínimo de 14 dias, sem prejuízo de sua remuneração.  O decreto vigora pelo prazo de 30 dias a partir de hoje (data de publicação) e pode ser prorrogado mediante decisão governamental.