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Presidente do Sindepol participa de reunião com Sérgio Moro e apresenta realidade da Polícia Civil no Tocantins

Na ocasião, Mozart aproveitou para atualizar o ministro acerca da realidade vivida pela Polícia Civil no estado do TO.

Foto: Divulgação
  • Da Redação
  • 09 de julho de 2019 (Atualizada em 09/07/2019 10:23:51)

Na tarde desta segunda, 08, o Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Tocantins (Sindepol/TO) e da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Civil (FENDEPOL), Mozart Felix, acompanhado de outros líderes de classe, esteve presente em uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para debater sobre o pacote anticrime e projetos de lei. 

Na ocasião, Mozart aproveitou para atualizar o ministro acerca da realidade vivida pela Polícia Civil no estado do Tocantins, que enfrenta perda de direitos e sucateamento.  “Aproveitei a oportunidade para abordar a situação da Polícia Civil no nosso estado, como a extinção da Dracma, e o fato de estarem tentando fazer no Tocantins exatamente o que fizeram em Pernambuco”, conta o presidente do Sindicato.

Caso de Pernambuco

Em novembro de 2018, mesmo com bom resultados, apreensões e prisões, a Delegacia de Crimes Contra à Administração e Serviços Públicos de Pernambuco (Decasp), foi extinta por decreto do governador. No último sábado, 06, a ex-titular da Decasp, Delegada Patrícia Domingos, foi palestrante no I Ciclo de Palestras Contra à Corrupção. O evento foi organizado pelo Sindepol/TO e ocorreu um dia após a divulgação da extinção da Dracma, Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial contra a Administração Pública, evidenciando semelhança com a situação vivida pela Delegada em Pernambuco.

Extinção da Dracma

Em Minuta de Regimento Interno, divulgada no dia 05 de julho pelo Jornal do Tocantins, a Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial contra a Administração Pública, responsável pela investigação de crimes de corrupção, desaparece, o que a classifica como extinta. A minuta ainda faz outras alterações, tornando delegacias especializadas em subordinadas à Delegacia de Repressão à Corrupção ao Crime Organizado (Dracco), subordinada, por sua vez, ao Delegado-Geral da Polícia Civil, cargo de livre nomeação do chefe do Executivo.

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