Política

SD realiza convenção reelege Vilmar e lança Borges candidato á prefeito

O partido realizou convenção partidária, reelegeu Vilmar e lançou a candidatura de Eli Borges a prefeito de Palmas.

Foto: Divulgação
  • Da Redação
  • 01 de julho de 2019 (Atualizada em 01/07/2019 08:40:03)

Com o auditório repleto de convencionais, o Solidariedade Tocantins realizou sua convenção estadual no início da noite deste sábado, 29, em Palmas, e reconduziu o deputado estadual Vilmar à presidência do partido, por aclamação, em chapa única.

O evento contou com a participação dos dois deputados federais do partido, Eli Borges e Tiago Dimas, e do deputado estadual da sigla Amélio Cayres. Na ocasião, Vilmar justificou a ausência do deputado Leo Barbosa, que não pode estar presente, mas antecipou total apoio ao evento e à votação.

A Comissão executiva eleita traz, além de Vilmar como presidente, o deputado estadual Amélio Cayes como primeiro vice-presidente, e o deputado Eli Borges como segundo vice-presidente. Cargos relacionados a assuntos como juventude, meio ambiente e movimento sindical também foram ocupados. A vereadora da capital, Laudecy Coimbra, ficará a frente da Secretaria da Mulher.

Sobre os rumos do partido, Vilmar frisou que o Solidaridade não é um partido que tem dono, visto que todos têm liberdade e poder de voz. “Estamos prontos para ouvir os companheiros e permanecer com o diálogo aberto, como sempre fizemos”, podenrou o parlamentar.

Nas últimas eleições, o Tocantins trouxe um dos melhores desempenhos para o Solidariedade, elegendo 5 prefeitos, 3 vice-prefeitos, 63 vereadores, 3 deputados estaduais e 2 federais. Para a eleições que se aproximam, Vilmar adiantou que o partido pretende eleger 25 prefeitos e lançar mais de 100 candidatos a vereador.

Candidatura em Palmas

O presidente estadual da sigla também destacou que o partido pretende lançar candidatura própria na capital e afirmou que há um consenso pelo nome do deputado federal Eli Borges, que confirmou disposição para o pleito. ''Se é pra dizer vamos que vamos, então nós vamos dizer vamos que vamos; mas se em algum momento o partido tiver a compreensão que vamos que vamos, mas vamos de outro jeito, também eu me renderei ao partido'', completou Eli.

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