"Tiro aconteceu acidentalmente", alega acusado de ter matado Bruno

O autor o soldado da PM, Adonias Sadda, foi preso na última quarta-feira, 28, após cumprimento de mandado de prisão

Da Redação

As investigações que apuram os motivos em que o médico Bruno Calaça, 24 anos, foi morto a tiros em uma boate da cidade de Imperatriz (MA), estão em pleno vapor. O autor o soldado da Polícia Militar, Adonias Sadda, foi preso na última quarta-feira, 28, após cumprimento de mandado de prisão. 

Conforme o acusado em depoimento à polícia o tiro teria ocorrido acidentalmente. Addas alegou que o médico teria tentado o desarmar com um chute. 

O policial militar chegou a dizer no depoimento que Bruno Calaça Barbosa teria se envolvido em uma confusão com uma terceira pessoa e ao segurar a arma, ela teria fico pendurada e com isso o tiro teria acontecido acidentalmente. 

A prisão 

A PC-MA informou a toda a imprensa que o soldado estava na casa de um advogado, onde foi preso e levado para a Delegacia de Homicídios de Imperatriz, que investiga o crime. No local, ele foi submetido ao interrogatório.