O crime aconteceu em abril de 1996, na zona rural do Município de Porto Nacional

Da redação

Em sessão do Tribunal do Júri realizada nesta terça-feira, 17, no Fórum de Porto Nacional, o Conselho de Sentença acatou as teses de acusação do Ministério Público do Tocantins (MPTO), sustentadas pelo promotor de Justiça Breno Simonassi, e condenou Edivan Araujo de Souza a 19 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Jeová Ferreira de Souza, ex-sogro do réu, e pela tentativa de homicídio de Márcia Ribeiro de Souza, sua ex-esposa. 

O crime aconteceu em abril de 1996, na zona rural do Município de Porto Nacional, quando Edivan foi até a chácara de Jeová para firmar acordo sobre a separação com a filha da vítima. Após concordarem sobre o assunto, Edivan, sob o pretexto de que desejava vender uma espingarda ao ex-sogro, foi até o táxi que o tinha conduzido ao local e pegou a arma, retornou para a casa e disparou contra Jeová, vitimando-o fatalmente, e deixando Márcia ferida.

Após o crime, Edivan empreendeu fuga e ficou foragido de 1996 a 2019, sendo preso em agosto desse ano, na cidade de Aparecida de Goiânia, e recambiado para a Unidade Penal de Porto Nacional.

No julgamento, o Conselho de Sentença considerou as acusações do MPTO e condenou Edivan por homicídio qualificado pelo motivo fútil, mediante dissimulação e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, além de tentativa de homicídio pelas mesmas qualificadoras, resultando na imposição de pena de 19 anos e seis meses de prisão.

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