Não é sobre votar com esquerda ou direita é sobre votar pelo Tocantins Professora Dorinha independência política e resultados concretos para o Tocantins

Não é sobre votar com esquerda ou direita é sobre votar pelo Tocantins Professora Dorinha independência política e resultados concretos para o Tocantins
Crédito: Divulgação
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 24 de março de 2026 1

A atuação da senadora Professora Dorinha no Congresso Nacional precisa ser analisada com seriedade, contexto e responsabilidade. Transformar percentuais isolados em narrativa política pode até render manchete, mas não traduz a realidade do trabalho parlamentar.

Recentemente, números foram utilizados para tentar enquadrar a atuação da senadora dentro de um rótulo ideológico. Um percentual em torno de 84 por cento de alinhamento em votações foi apresentado como se, por si só, definisse posicionamento político. Esse tipo de leitura é simplista e desonesta com o eleitor, porque ignora completamente como funciona o processo legislativo no Brasil.

Votações no Congresso não são um jogo de torcida entre esquerda e direita. Grande parte das matérias aprovadas trata de temas consensuais, como repasses para estados, programas sociais, investimentos em saúde, educação e infraestrutura. Nesses casos, votar a favor não significa aderir a um governo, mas sim apoiar medidas que beneficiam diretamente a população.

É exatamente aí que entra o papel de uma parlamentar de centro. Inserida no chamado centrão, Professora Dorinha atua com independência, analisando cada proposta pelo seu mérito. O centrão, ao contrário do discurso fácil que tenta desqualificá-lo, é o espaço político responsável por construir pontes, garantir governabilidade e transformar propostas em resultados concretos.

Se um projeto é bom para o Tocantins, recebe apoio. Se não é, é questionado. Simples assim. Esse é o critério que guia a atuação da senadora, e foi assim ao longo dos governos de Dilma Rousseff, Michel Temer, Jair Bolsonaro e segue sendo agora no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Aliás, quando se olha o mesmo tipo de levantamento aplicado a outros parlamentares, fica evidente que os percentuais são próximos e variam conforme a pauta analisada. Ou seja, não há exceção, há padrão. A diferença é que alguns preferem usar números de forma seletiva para criar narrativas, enquanto outros preferem trabalhar e entregar resultados.

E os resultados estão aí. Professora Dorinha já garantiu mais de 80 milhões de reais para a saúde, mais de 15 milhões para infraestrutura e outros milhões em repasses diretos para municípios tocantinenses. Ao longo da sua trajetória, ajudou a viabilizar centenas de milhões em investimentos no estado, além de ser protagonista na criação do novo Fundeb, uma das maiores conquistas da educação brasileira.

Outro ponto que desmonta críticas superficiais é o diálogo político. Há quem tente dizer que a senadora não dialoga por ter um perfil mais reservado. Na prática, é exatamente o contrário. Sua atuação é baseada em articulação constante com prefeitos, vereadores, lideranças regionais e forças políticas em Brasília. O resultado desse diálogo não aparece em discursos inflamados, mas em recursos liberados, obras realizadas e políticas públicas funcionando.

No Congresso, Dorinha também exerce papel de liderança, como na condução da Bancada Feminina, onde reúne diferentes partidos em torno de pautas comuns. Isso exige habilidade política, capacidade de negociação e respeito entre pares — características de quem sabe dialogar, mesmo sem fazer disso espetáculo.

No fim, usar um número como 84 por cento para tentar rotular uma trajetória é ignorar o essencial. Política pública não se mede por manchete, mas por impacto real na vida das pessoas.

E nesse aspecto, a atuação da senadora Professora Dorinha segue firme, coerente e voltada para o que realmente importa o Tocantins.

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