Alexandre Guimarães intensifica giro pelo Tocantins: saúde, infraestrutura e municípios entram no centro da corrida ao Senado

Alexandre Guimarães intensifica giro pelo Tocantins: saúde, infraestrutura e municípios entram no centro da corrida ao Senado
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 1 de setembro de 2026 7

A pouco mais de um mês das eleições de 2026, Alexandre Guimarães decidiu acelerar. Do Sul ao Norte do Tocantins, o deputado federal e candidato ao Senado pelo MDB intensifica uma sequência de agendas, reuniões com prefeitos, encontros com empresários, entrevistas, adesivaços e conversas com eleitores em uma estratégia que tenta transformar presença territorial em crescimento eleitoral. Saúde, infraestrutura, geração de emprego, fortalecimento dos municípios e uma promessa que pode mexer diretamente com a economia tocantinense — a duplicação da BR-153 — passaram a ocupar o centro de seu discurso. Não se trata apenas de percorrer cidades. Alexandre entra nesta etapa da campanha com um desafio claro: transformar conhecimento político e o trabalho desenvolvido na Câmara dos Deputados em voto para uma das duas vagas do Tocantins no Senado Federal.

A pesquisa Quaest divulgada no fim de agosto mostra o tamanho dessa disputa. Considerando a soma das menções para os dois votos ao Senado, Eduardo Gomes aparece com 14%, Carlos Gaguim com 13%, Paulo Mourão com 9% e Alexandre Guimarães com 8%. Brancos e nulos somam 10%, enquanto 24% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar. É justamente esse contingente de eleitores ainda sem decisão que ajuda a explicar por que a campanha de Alexandre Guimarães aumentou a intensidade das viagens pelo Tocantins.

Quem pesquisa Alexandre Guimarães Senado 2026, quem é Alexandre Guimarães, Alexandre Guimarães candidato ao Senado, propostas de Alexandre Guimarães, Alexandre Guimarães saúde, Alexandre Guimarães BR-153 ou Alexandre Guimarães municípios Tocantins encontra um candidato tentando construir uma imagem baseada em três pilares: presença, produção e capacidade de buscar recursos em Brasília.

Natural de Araguaína, José Alexandre Domingues Guimarães nasceu em 19 de fevereiro de 1986. É advogado e produtor agropecuário e atualmente exerce seu primeiro mandato como deputado federal pelo Tocantins. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, foi vice-prefeito de Novo Repartimento, no Pará, entre 2017 e 2020. Eleito deputado federal para a legislatura iniciada em 2023, Alexandre chegou a Brasília aos 36 anos e passou a atuar principalmente em temas ligados ao agronegócio, infraestrutura, desenvolvimento econômico e municípios.

Em 2026, integra como titular a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, além de participar de colegiados relacionados aos agentes comunitários de saúde e aos municípios afetados por perdas no Fundo de Participação dos Municípios. É essa combinação entre agricultura e municipalismo que passou a aparecer com maior intensidade em sua campanha ao Senado.

Mas a saúde ganhou um peso especial. Os números oficiais da Câmara dos Deputados mostram que parte significativa das emendas de Alexandre Guimarães tem como destino justamente a rede pública de saúde do Tocantins. No Orçamento de 2025, por exemplo, foram autorizados R$ 17,316 milhões em emendas do parlamentar para o custeio temporário dos serviços de atenção primária à saúde no Tocantins. Segundo os registros oficiais da Câmara, o valor foi integralmente empenhado e pago.

Também foram autorizados R$ 1,72 milhão naquele ano para estruturação de unidades de atenção especializada em saúde no Estado, com R$ 1,711 milhão empenhado e pago. Em 2026, a saúde voltou a ocupar grande espaço nas indicações orçamentárias. Os registros da Câmara apontam R$ 4,826 milhões autorizados para custeio da atenção primária, dos quais mais de R$ 4,3 milhões já aparecem como pagos. Outros R$ 8,546 milhões foram autorizados para estruturação da rede de atenção primária e aproximadamente R$ 6,75 milhões para unidades de atenção especializada.

Esses números ajudam a entender por que saúde no Tocantins passou a ser uma das principais palavras do discurso de Alexandre durante as viagens de campanha. Em Gurupi, uma das primeiras paradas de sua nova rodada pelo Sul do Estado, Alexandre ouviu moradores, empresários e representantes de diferentes setores e colocou saúde e infraestrutura como prioridades de uma eventual atuação no Senado.

A escolha não acontece por acaso. A saúde aparece como uma das maiores preocupações do eleitor tocantinense em pesquisas recentes. Filas para cirurgias, atendimento especializado, deslocamento de pacientes do interior para grandes cidades, custeio dos hospitais municipais e estrutura das unidades básicas continuam entre as principais demandas apresentadas aos candidatos. Alexandre tenta mostrar que já conhece esse caminho por meio das emendas que apresentou como deputado federal.

Mas o salto da Câmara para o Senado muda a dimensão da responsabilidade. Senadores possuem mandato de oito anos e atuam não apenas na indicação de recursos, mas também em votações de grande impacto nacional, aprovação de autoridades, fiscalização do Executivo, orçamento, reformas constitucionais e discussões econômicas que atingem diretamente estados e municípios. É por isso que a campanha começa a insistir na ideia de transformar demandas municipais em projetos nacionais.

Alexandre afirma que pretende construir um mandato próximo dos prefeitos e vereadores, utilizando o Senado como ponte entre os municípios tocantinenses e os ministérios em Brasília. Essa bandeira ganhou força à medida que novos grupos municipais aderiram à candidatura. No Sul do Tocantins, Alexandre conquistou o apoio da prefeita de Alvorada, Thaynara de Melo, além de vereadores do município. Pouco depois, recebeu a adesão do prefeito de Peixe, Cezinha, da vice-prefeita Marsuleide Neres e de sete vereadores.

Em Santa Maria do Tocantins, o prefeito Leonardo Noleto, a vice-prefeita Maria de Jesus e oito vereadores também anunciaram apoio ao projeto de Alexandre para o Senado. Na Capital, a candidatura recebeu reforço político com a adesão da ex-prefeita de Palmas Cinthia Ribeiro, do deputado estadual Professor Júnior Geo e do vereador Vinícius Pires. Esse movimento mostra que Alexandre tenta construir algo fundamental numa eleição para senador: uma rede que não fique concentrada somente em sua base original no Norte.

Araguaína continua sendo um dos principais pilares de sua candidatura. Alexandre nasceu no município e explora politicamente essa ligação ao defender que a segunda maior cidade do Tocantins precisa recuperar protagonismo na representação do Estado no Senado. Durante agenda eleitoral em Araguaína, chegou a afirmar que pretende ser um senador ligado diretamente aos interesses da cidade e da região Norte.

Mas a campanha sabe que Araguaína sozinha não elege senador. Por isso, o movimento em Gurupi, Peixe, Alvorada, Palmas e outros municípios possui importância estratégica. A eleição exige votos espalhados por diferentes regiões do Tocantins. É nesse giro que outro assunto começou a ganhar enorme espaço: a duplicação da BR-153.

Alexandre colocou a rodovia entre as principais bandeiras de sua campanha ao Senado e sustenta que o Tocantins precisa ampliar a pressão política em Brasília para acelerar uma duplicação capaz de acompanhar o crescimento econômico do Estado. A BR-153 corta o Tocantins de Norte a Sul e possui importância praticamente impossível de separar da economia estadual. É por ela que passam trabalhadores, estudantes, famílias, caminhões, alimentos, insumos e grande parcela da produção agrícola e pecuária.

Araguaína, Colinas do Tocantins, Guaraí, Paraíso e Gurupi estão entre os municípios diretamente conectados ao eixo da rodovia. A proposta de Alexandre é fazer da duplicação uma pauta permanente de um eventual mandato no Senado, ampliando articulações com governo federal, Congresso, órgãos reguladores e concessionárias. Politicamente, a escolha é inteligente porque transforma uma obra nacional em um assunto cotidiano.

Quem mora em Colinas e viaja a Araguaína conhece o fluxo da BR-153. Quem sai de Gurupi em direção a Palmas também. Quem transporta soja, milho, carne ou insumos depende da rodovia. Quem trabalha com logística depende dela. E quem perdeu familiares ou amigos em acidentes entende que infraestrutura rodoviária também é uma questão de segurança. Por isso, a busca por duplicação da BR-153 no Tocantins tende a se conectar diretamente ao debate eleitoral.

Alexandre também vincula a rodovia a uma agenda econômica mais ampla. Sua tese é que o Tocantins precisa aproveitar melhor sua posição geográfica, a Ferrovia Norte-Sul e o crescimento da produção agropecuária para atrair indústrias, centros de distribuição e investimentos. Em vez de simplesmente produzir matéria-prima e enviá-la para processamento fora do Estado, a proposta defendida pelo candidato é estimular empreendimentos capazes de agregar valor à produção tocantinense.

É aí que aparece outra expressão usada com frequência por Alexandre: “Bora Produzir”. O discurso procura conectar o perfil de produtor agropecuário do candidato ao desenvolvimento econômico. Agronegócio, indústria, logística e geração de emprego aparecem como partes de uma mesma estratégia. Para Alexandre, um Tocantins com estradas melhores, energia disponível, segurança jurídica e infraestrutura logística terá mais capacidade de atrair empresas, e mais empresas significariam maior geração de empregos.

Essa discussão ganha importância especialmente entre os jovens. O Tocantins continua enfrentando o desafio de criar oportunidades capazes de manter profissionais qualificados dentro do Estado. Muitos jovens deixam municípios menores para estudar e, depois, encontram dificuldades para retornar porque não existem empregos compatíveis com sua formação. Alexandre tenta colocar essa questão dentro de sua plataforma para o Senado.

A proposta é utilizar a representação em Brasília para ajudar municípios a captar investimentos, ampliar qualificação profissional e destravar projetos de infraestrutura capazes de estimular a economia local. Habitação também entrou nesse caminho. Durante agendas em Brasília ao longo de 2026, Alexandre buscou articulação para projetos relacionados ao Minha Casa, Minha Vida e à infraestrutura urbana de municípios tocantinenses.

A lógica é semelhante à utilizada em saúde. Prefeituras pequenas dificilmente possuem capacidade financeira para executar sozinhas grandes programas habitacionais, obras de drenagem, pavimentação ou equipamentos urbanos. A bancada federal acaba funcionando como uma das principais portas de entrada para esses recursos.

Os dados orçamentários de Alexandre mostram essa dimensão. Somente em transferências especiais para o Tocantins no Orçamento de 2025, foram autorizados aproximadamente R$ 17,49 milhões vinculados às emendas do parlamentar. Mais de R$ 17,1 milhões aparecem nos registros oficiais como pagos. Em 2026, as transferências especiais autorizadas chegam a aproximadamente R$ 19,126 milhões. Até os dados disponíveis na Câmara, mais de R$ 13,5 milhões haviam sido empenhados e aproximadamente R$ 11,46 milhões pagos.

A diferença entre autorizado, empenhado e pago é importante. Valor autorizado significa que existe previsão orçamentária. Empenho representa a reserva formal do dinheiro para determinada finalidade. Pagamento significa que o recurso efetivamente saiu do governo federal para cumprir a despesa. Por isso, uma avaliação séria sobre quanto Alexandre Guimarães destinou ao Tocantins precisa separar essas etapas e não simplesmente somar anúncios.

A educação também aparece nas emendas. Em 2026, há uma emenda autorizada de R$ 500 mil relacionada à construção de campus universitário em Colinas do Tocantins. No registro consultado, entretanto, o recurso ainda aparece sem empenho e sem pagamento. Essa informação é importante porque demonstra exatamente a diferença entre promessa orçamentária e dinheiro efetivamente executado.

Também há registros de recursos destinados à Universidade Federal do Norte do Tocantins, à Universidade Federal do Tocantins e ao Instituto Federal do Tocantins em exercícios anteriores. Na segurança, emendas de Alexandre aparecem destinadas à Polícia Federal e à Polícia Rodoviária Federal. Em 2026, R$ 300 mil foram autorizados para aprimoramento da infraestrutura da Polícia Federal no Tocantins, com R$ 290,6 mil já registrados como pagos.

Esses dados permitem à campanha ampliar o discurso para além do agronegócio. Ao mesmo tempo, Alexandre carrega um desafio típico de deputados que tentam chegar ao Senado: fazer o eleitor compreender o que realizou em apenas um mandato federal. Eduardo Gomes, por exemplo, disputa a reeleição depois de décadas no Congresso e ocupa atualmente a primeira vice-presidência do Senado. Carlos Gaguim também possui extensa trajetória política. Paulo Mourão já exerceu diferentes mandatos.

Alexandre entra nessa corrida como um nome de uma geração mais nova. Aos 40 anos, tenta transformar justamente essa diferença em argumento de renovação. O discurso ganhou força em julho, quando lançou sua pré-candidatura em Araguaína ao lado de Vicentinho Júnior e Amélio Cayres. A partir dali, passou a defender que o Norte do Tocantins perdeu protagonismo na composição do Senado e que sua candidatura poderia recuperar essa representação.

Mas uma eleição estadual exige mais do que discurso regional. É por isso que a campanha migrou rapidamente para uma estratégia de 139 municípios. O conceito é chegar às cidades menores e ouvir demandas que muitas vezes não aparecem nos grandes debates estaduais. Em um município, a urgência pode ser uma ponte. Em outro, um hospital. Em outro, pavimentação. Há cidades que precisam de equipamentos agrícolas. Outras cobram habitação. Algumas querem ampliação de escolas ou investimentos no turismo.

A estratégia de Alexandre é utilizar essas demandas para construir um discurso de senador municipalista. Isso também explica a aproximação com prefeitos e vereadores. São eles que conhecem com maior precisão os gargalos cotidianos de cada cidade e sabem quais projetos dependem da União. Mas apoio de prefeito não significa voto automático. Esse será um dos testes da candidatura.

A Quaest mostra Alexandre com 8%, atrás de Eduardo Gomes, Carlos Gaguim e Paulo Mourão no consolidado dos dois votos. Por outro lado, 24% ainda aparecem indecisos. Além disso, em 2026 o eleitor tocantinense poderá votar em dois candidatos diferentes para o Senado, pois duas das três cadeiras do Estado estarão em disputa.

Isso muda completamente a dinâmica da eleição. Um candidato pode não ser a primeira escolha de determinado eleitor e ainda assim conquistar o segundo voto. É justamente aí que Alexandre tenta crescer. Se Eduardo Gomes ou Carlos Gaguim estiverem consolidados como um dos votos em determinado grupo, Alexandre pode disputar o segundo. Se Paulo Mourão possuir maior força entre eleitores ligados ao campo progressista, Alexandre pode tentar alcançar segmentos do centro, do agronegócio e das bases municipais.

Na chapa de Vicentinho Júnior, também precisa transformar a votação do candidato ao Governo em potencial transferência para sua candidatura ao Senado. Essa equação ainda está longe de estar definida. Os 24% de indecisos na Quaest representam espaço suficiente para mudanças importantes até outubro.

Por isso, cada apoio municipal ganha valor. Cada visita ganha peso, cada prefeito pode abrir uma agenda, cada vereador pode apresentar Alexandre a uma comunidade, cada entrevista regional amplia reconhecimento e cada proposta passa a ser trabalhada como palavra-chave para conquistar um eleitor que ainda não decidiu seus dois votos ao Senado.

É nesse cenário que saúde, infraestrutura, municípios, BR-153, emprego, produção, habitação, agronegócio e educação deixam de ser apenas temas programáticos e se transformam na espinha dorsal da estratégia eleitoral. Alexandre tenta apresentar ao eleitor uma sequência lógica: na saúde, aponta os recursos já destinados como deputado e promete ampliar a articulação como senador; na infraestrutura, coloca a BR-153 e obras municipais entre as prioridades; no agronegócio, defende produção e agregação de valor; no emprego, tenta conectar infraestrutura à atração de empresas; na habitação, quer ampliar acesso dos municípios a programas federais; na educação, busca fortalecer instituições e qualificação; e no municipalismo, promete funcionar como ponte entre Brasília e os 139 municípios.

A questão eleitoral é saber se essa mensagem conseguirá romper a barreira de conhecimento e alcançar eleitores que hoje já estão mais familiarizados com nomes tradicionais da política tocantinense. A candidatura ao Senado exige algo diferente de uma disputa para deputado federal. Para Câmara, uma base regional forte pode ser suficiente. Para Senado, não.

É necessário entrar em praticamente todas as regiões, construir lembrança de nome e convencer o eleitor de que aquele candidato merece um dos apenas dois votos disponíveis. Alexandre parece ter entendido essa matemática. Por isso, intensificou o giro. Gurupi virou ponto de diálogo com o setor produtivo, Araguaína continua sendo sua principal base política e afetiva, Palmas ganhou reforço com novas adesões, Peixe e Alvorada ampliaram a estrutura no Sul e Santa Maria fortaleceu a presença no interior.

Essa movimentação também ajuda a alimentar buscas por Alexandre Guimarães pesquisa Senado, Alexandre Guimarães 8% Quaest, Alexandre Guimarães MDB, Alexandre Guimarães e Vicentinho Júnior, Alexandre Guimarães Araguaína, Alexandre Guimarães Gurupi, Alexandre Guimarães Palmas, Alexandre Guimarães propostas 2026, Alexandre Guimarães recursos saúde, Alexandre Guimarães BR-153, candidatos ao Senado Tocantins 2026 e quem são os candidatos a senador no Tocantins.

Esse conjunto de termos acompanha a mudança de fase da campanha. Até agora, Alexandre precisava responder principalmente quem era. A partir de setembro, terá que responder por que deveria ser senador. A diferença parece pequena, mas eleitoralmente é enorme. Ser conhecido é uma etapa, ser lembrado na urna é outra e convencer o eleitor a entregar um dos dois votos para o Senado exige uma terceira: mostrar utilidade concreta para aquele mandato de oito anos.

Alexandre Guimarães tenta encontrar essa resposta no que chama de presença nos municípios. A saúde oferece números para mostrar, a infraestrutura fornece uma grande bandeira estadual com a BR-153, o agronegócio conversa com sua trajetória pessoal, Araguaína oferece identidade regional, as prefeituras dão capilaridade e a Câmara dos Deputados oferece uma prestação de contas inicial. Agora falta transformar tudo isso em voto.

É por isso que a intensificação do giro pelo Tocantins não deve ser vista apenas como uma agenda tradicional de campanha. É uma corrida contra o relógio. Com Eduardo Gomes e Carlos Gaguim numericamente à frente e Paulo Mourão também acima dele na primeira Quaest, Alexandre precisa crescer exatamente no momento em que milhares de tocantinenses começam a escolher seus dois nomes para o Senado.

A aposta está feita: mais município, mais rua, mais saúde, mais infraestrutura e mais discurso de produção. Se essa combinação será suficiente para colocar Alexandre Guimarães entre os dois eleitos, somente as urnas poderão responder. Mas uma coisa já está clara: a disputa pelo Senado no Tocantins deixou de ser apenas uma corrida entre nomes conhecidos e entrou numa fase em que presença territorial, recursos entregues, alianças municipais e propostas concretas poderão decidir quem conquista uma das cadeiras mais poderosas da República.

Notícias relacionadas