Pivetta vira disputa em MT e chega à véspera com até 53,7% dos votos válidos

Pivetta vira disputa em MT e chega à véspera com até 53,7% dos votos válidos
Fernanda CappellessoPor Fernanda Cappellesso 3 de outubro de 2026 11

Governador superou Wellington Fagundes durante a campanha e aparece como favorito nas pesquisas mais recentes; Natasha mantém dois dígitos, enquanto Mato Grosso pode enfrentar um segundo turno inédito

A disputa pelo governo de Mato Grosso chega à véspera das Eleições 2026, neste sábado (3), com uma mudança em relação ao cenário apresentado no início da campanha. Otaviano Pivetta (Republicanos), que aparecia atrás do senador Wellington Fagundes (PL) nos levantamentos de agosto, assumiu a liderança numérica em setembro e ampliou sua vantagem nas pesquisas divulgadas durante a última semana.

O Instituto Veritá, em levantamento divulgado neste sábado, apresenta Pivetta com 53,7% dos votos válidos estimados, contra 27,1% de Wellington e 16,3% de Natasha Slhessarenko (PSD). A diferença entre o governador e o senador alcança 26,6 pontos percentuais.

Outros institutos também identificaram a vantagem do atual governador. Na Paraná Pesquisas de 30 de setembro, Pivetta registrou 46,4% das intenções de voto estimuladas, diante de 27,1% de Wellington. Já o MT Dados, divulgado na sexta-feira (2), apontou 42% para o governador, 22% para o senador e 14% para Natasha.

A trajetória representa uma alteração no quadro eleitoral identificado em agosto, quando o próprio Diário Tocantinense registrou Wellington à frente no levantamento nacional sobre as disputas estaduais.

A possibilidade de vitória no primeiro turno ganhou força, mas não está assegurada. A Quaest de setembro ainda apresentava empate técnico entre Pivetta e Wellington, e uma eventual segunda votação, marcada para 25 de outubro, representaria um acontecimento inédito na história das eleições diretas para governador em Mato Grosso desde a introdução do atual sistema de dois turnos.

Além das pesquisas, a campanha revelou um confronto entre antigos aliados. Pivetta procurou transformar a aprovação da administração de Mauro Mendes em continuidade eleitoral. Wellington, que também integrou o campo de apoio ao ex-governador, passou a questionar as políticas fiscais, os investimentos e os resultados dos serviços estaduais.

Natasha tentou ocupar uma terceira posição política, concentrando críticas à condução da saúde, à mobilidade urbana e ao funcionamento da administração estadual.

O resultado das urnas determinará se Pivetta conseguirá consolidar a mudança registrada durante setembro ou se a oposição terá uma nova oportunidade de disputar o Palácio Paiaguás.

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Pesquisa divulgada neste sábado coloca Pivetta acima dos 50% dos votos válidos

O Instituto Veritá ouviu 1.220 eleitores entre 26 de setembro e 1º de outubro. O levantamento, divulgado neste sábado (3), possui margem de erro informada de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-06765/2026.

Na estimativa de votos válidos, os resultados foram:

Candidato Votos válidos estimados
Otaviano Pivetta (Republicanos) 53,7%
Wellington Fagundes (PL) 27,1%
Doutora Natasha (PSD) 16,3%
Demais candidatos 2,9%

No cenário que inclui as respostas de brancos e nulos, Pivetta aparece com 51,7%, Wellington registra 26,1% e Natasha alcança 15,7%. Brancos e nulos somam 6,5%.

A diferença entre os dois critérios é relevante. Para vencer a eleição no primeiro turno, um candidato precisa conquistar mais da metade dos votos válidos efetivamente registrados nas urnas.

As estimativas divulgadas pelos institutos não representam resultados oficiais nem asseguram que o desempenho será reproduzido no domingo.

Confira a pesquisa Veritá divulgada em 3 de outubro.

Paraná Pesquisas também aponta vantagem e possibilidade de vitória no primeiro turno

O levantamento Paraná Pesquisas, divulgado em 30 de setembro, apresentou Pivetta com 46,4% na consulta estimulada, quando os nomes dos candidatos são mostrados aos entrevistados.

Wellington apareceu com 27,1% e Natasha registrou 15,5%.

Os demais concorrentes ficaram abaixo de 1%.

Candidato Intenção de voto
Otaviano Pivetta 46,4%
Wellington Fagundes 27,1%
Doutora Natasha 15,5%
Rafaell Milas 0,4%
Sargento Laudicério 0,4%
Maurício Coelho 0,1%
Brancos e nulos 5,2%
Não sabe/não opinou 4,7%

Na distribuição dos votos válidos estimados, o instituto apresentou Pivetta com 51,6%, Wellington com 30,1% e Natasha com 17,2%.

A pesquisa entrevistou 1.352 eleitores em 54 municípios entre 27 e 29 de setembro. A margem de erro informada é de 2,7 pontos percentuais, com confiança de 95%. O registro eleitoral é MT-02094/2026.

A diferença entre Pivetta e Wellington na estimulada alcançou 19,3 pontos percentuais.

Mesmo com o governador acima dos 50% na estimativa de votos válidos, a margem de erro impede antecipar uma vitória no primeiro turno.

Consulte os dados da Paraná Pesquisas para o governo de Mato Grosso.

Como Pivetta saiu da segunda posição e assumiu a liderança

A comparação das pesquisas realizadas pelo mesmo instituto permite observar com maior precisão a mudança na preferência eleitoral.

Na Quaest divulgada em 25 de agosto, Wellington Fagundes liderava numericamente com 27%, enquanto Otaviano Pivetta aparecia com 23%. Natasha registrava 8%.

A diferença entre os dois primeiros estava dentro da margem de erro de três pontos percentuais.

Na rodada seguinte, divulgada em 25 de setembro, a situação se inverteu.

Pivetta alcançou 29%, Wellington permaneceu com 27% e Natasha avançou para 11%.

Candidato Agosto Setembro Variação
Otaviano Pivetta 23% 29% +6 p.p.
Wellington Fagundes 27% 27% 0
Doutora Natasha 8% 11% +3 p.p.

O crescimento de Pivetta foi acompanhado pela redução das respostas de indecisos, que passaram de 8% para 6%.

Os entrevistados que declararam voto branco, nulo ou que não pretendiam votar passaram de 29% para 22%.

Embora a pesquisa não permita identificar para qual candidato cada eleitor migrou, o levantamento demonstra que Pivetta ampliou numericamente sua preferência durante o período de propaganda eleitoral.

A pesquisa de setembro ouviu 804 eleitores entre 21 e 24 daquele mês, com registro MT-08098/2026.

 

MT Dados mostra crescimento de 22 pontos desde maio

A quinta rodada do Instituto MT Dados, divulgada em 2 de outubro, também aponta fortalecimento do governador.

Na consulta estimulada, Pivetta aparece com 42%, seguido por Wellington, com 22%, e Natasha, com 14%.

Os demais candidatos registram percentuais iguais ou inferiores a 2%.

O instituto informa que, em maio, Pivetta possuía 20% das intenções de voto. A comparação com os 42% registrados no último levantamento representa um avanço numérico de 22 pontos percentuais.

Wellington, por sua vez, passou de 26% para 22%, enquanto Natasha avançou de 7% para 14%.

Nos votos válidos estimados, o levantamento apresenta Pivetta com 50,6%, Wellington com 27,7% e Natasha com 16,9%.

A pesquisa ouviu 3.080 eleitores entre 25 e 30 de setembro, com margem de erro informada de três pontos percentuais e registro MT-07362/2026.

O resultado reforça a tendência de recuperação da candidatura governista, embora a diferença de apenas 0,6 ponto percentual acima da maioria absoluta exija cautela quanto à possibilidade de definição no primeiro turno.

Confira os resultados do Instituto MT Dados.

A sucessão de Mauro Mendes reorganizou a eleição

A disputa estadual começou a assumir sua configuração atual com a saída de Mauro Mendes do governo para concorrer ao Senado.

A renúncia permitiu que Otaviano Pivetta, seu vice durante os dois mandatos anteriores, assumisse o Palácio Paiaguás e chegasse à eleição na condição de governador.

A candidatura do Republicanos passou a defender a continuidade do modelo administrativo implantado desde 2019, principalmente nas áreas de infraestrutura, gestão fiscal e investimentos públicos.

Pivetta apresentou como argumento eleitoral a experiência acumulada ao lado de Mauro Mendes e sua participação nas principais decisões do Executivo estadual.

Sua companheira de chapa é a deputada federal Gisela Simona, do União Brasil.

O grupo procurou associar a candidatura à manutenção dos investimentos estaduais, à ampliação da estrutura de transportes e à continuidade dos projetos em andamento.

A mudança de comando também alterou a posição de Pivetta durante a campanha. Além de defender os resultados dos governos anteriores, o candidato passou a responder diretamente pela atual administração.

A comparação com os demais estados mostra uma característica particular de Mato Grosso: mesmo depois de duas vitórias consecutivas do grupo político governista no primeiro turno, a sucessão começou com uma disputa equilibrada entre dois nomes que já haviam integrado o mesmo campo de alianças.

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Wellington tentou transformar a eleição em julgamento da administração estadual

O senador Wellington Fagundes, candidato do PL, iniciou a campanha com vantagem numérica em parte dos levantamentos divulgados durante agosto.

Sua trajetória política inclui mandatos na Câmara dos Deputados e no Senado, além de participação em articulações relacionadas a infraestrutura e desenvolvimento econômico.

Durante a campanha, Wellington procurou apresentar-se como alternativa ao grupo que comanda Mato Grosso desde 2019.

Embora tenha mantido relações políticas anteriores com Mauro Mendes, passou a questionar a condução de projetos estaduais, a política de incentivos fiscais e a capacidade de atendimento dos serviços públicos.

Entre os principais pontos apresentados pelo candidato estiveram a revisão dos benefícios concedidos a grandes empresas, a valorização dos servidores estaduais e a necessidade de ampliar investimentos em habitação.

Wellington também defendeu o pagamento de valores relacionados à Revisão Geral Anual (RGA), tema que ganhou espaço nos debates eleitorais.

Na saúde, questionou as filas de atendimento, o funcionamento da rede hospitalar e a capacidade dos serviços estaduais de atender a população do interior.

Entretanto, a trajetória das pesquisas mostra dificuldade para ampliar sua participação eleitoral durante setembro.

Na Quaest, permaneceu com 27% entre agosto e setembro. No Paraná Pesquisas, passou de 35% na rodada de agosto para 27,1% no levantamento divulgado em 30 de setembro.

A mudança reduziu a vantagem inicial de Wellington e permitiu que Pivetta assumisse numericamente a liderança.

Natasha buscou terceira via e chegou à reta final com dois dígitos

Médica e professora, Natasha Slhessarenko disputa o governo pelo PSD, em uma coligação que também reúne partidos do campo de centro-esquerda.

Sua candidatura procurou apresentar uma alternativa à disputa entre Pivetta e Wellington, destacando a necessidade de mudanças na administração dos serviços públicos.

A saúde ocupou posição central em sua campanha.

Natasha defendeu a redução das filas de consultas e procedimentos, a ampliação da capacidade dos hospitais regionais e a descentralização do atendimento especializado.

Também apresentou propostas relacionadas à valorização dos servidores, ao funcionamento das escolas públicas e à melhoria da mobilidade urbana.

No debate promovido pela TV Centro América, questionou o andamento do sistema BRT de Cuiabá e as obras que substituíram o antigo projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

A candidata também concentrou parte de suas críticas na política de incentivos fiscais e na relação entre recursos públicos e empresas privadas.

Nas pesquisas, apresentou crescimento numérico.

Na Quaest, passou de 8% para 11% entre agosto e setembro. No Paraná Pesquisas, alcançou 15,5% no último levantamento, enquanto o MT Dados registrou 14%.

Apesar da evolução, Natasha permaneceu distante dos dois candidatos mais bem posicionados.

Sua presença na disputa, contudo, é relevante para o cálculo do primeiro turno: quanto maior a participação de outras candidaturas na distribuição dos votos válidos, maior será a dificuldade de um dos líderes ultrapassar sozinho a maioria absoluta.

O último debate expôs confronto sobre incentivos fiscais e serviços públicos

O debate realizado pela TV Centro América, em 29 de setembro, reuniu Otaviano Pivetta, Wellington Fagundes e Natasha Slhessarenko.

O encontro foi marcado por questionamentos relacionados à saúde, infraestrutura, segurança pública, habitação e administração estadual.

O principal confronto entre Pivetta e Wellington ocorreu em torno dos incentivos fiscais concedidos pelo governo estadual.

Wellington questionou os benefícios destinados a empresas privadas e defendeu maior vinculação das renúncias fiscais a contrapartidas econômicas e sociais.

Pivetta respondeu que o modelo estadual estabelece critérios administrativos para concessão dos incentivos e argumentou que a política contribui para ampliar os investimentos e a industrialização.

Os dois também trocaram acusações sobre eventuais benefícios recebidos por empresas relacionadas a seus familiares. As afirmações foram contestadas pelos envolvidos durante o próprio debate e não devem ser tratadas como irregularidades comprovadas.

Natasha também questionou o modelo de concessão de incentivos e defendeu mudanças nos critérios aplicados à administração pública.

Na mobilidade urbana, os candidatos discutiram a implantação do BRT na Região Metropolitana de Cuiabá, as obras iniciadas ainda no projeto do VLT e a situação dos serviços de transporte.

A saúde voltou ao centro do confronto com questionamentos sobre filas, hospitais regionais e a estrutura de atendimento especializado.

Na segurança pública, a violência contra mulheres e o combate ao feminicídio foram abordados pelos três candidatos.

O conjunto dos debates revelou projetos distintos de administração, mas também apresentou uma disputa concentrada na avaliação das políticas desenvolvidas pelo grupo de Mauro Mendes.

Confira a cobertura do último debate entre os candidatos ao governo de Mato Grosso.

Rejeição também passou a favorecer Pivetta na reta final

O levantamento Paraná Pesquisas de 30 de setembro identificou diferenças relevantes nos índices de rejeição dos três principais candidatos.

Quando questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, 28,6% dos entrevistados citaram Wellington Fagundes.

Natasha apareceu com 25,8%, enquanto Pivetta registrou 18,9%.

Candidato Rejeição
Wellington Fagundes 28,6%
Doutora Natasha 25,8%
Otaviano Pivetta 18,9%

A diferença entre Wellington e Pivetta alcançou 9,7 pontos percentuais.

O resultado apresenta uma vantagem adicional para a candidatura governista, especialmente em um eventual segundo turno, quando o eleitorado precisará escolher entre apenas dois nomes.

A interpretação exige cautela porque a rejeição depende da formulação das perguntas, do conhecimento público dos candidatos e da metodologia de cada instituto.

Ainda assim, no mesmo levantamento em que lidera as intenções de voto, Pivetta também apresenta o menor índice de resistência declarada entre os três concorrentes mais competitivos.

Pesquisas de segundo turno também mudaram durante a campanha

A evolução da disputa aparece nas simulações de confronto direto entre Pivetta e Wellington.

Na pesquisa Paraná Pesquisas de agosto, os dois estavam tecnicamente empatados. Pivetta tinha 44,3%, enquanto Wellington registrava 40,8%.

Na Quaest de setembro, o senador apareceu numericamente à frente, com 41%, contra 36% do atual governador. A diferença de cinco pontos permaneceu dentro da margem de erro considerada para o confronto.

Entretanto, a pesquisa Paraná divulgada em 30 de setembro apresentou outro cenário.

Pivetta alcançou 53,1%, diante de 34,6% de Wellington.

A diferença passou a ser de 18,5 pontos percentuais.

Pesquisa Pivetta Wellington
Paraná — agosto 44,3% 40,8%
Quaest — setembro 36% 41%
Paraná — 30 de setembro 53,1% 34,6%

Os levantamentos possuem metodologias distintas. Portanto, não devem ser reunidos em uma única curva estatística.

A comparação entre as duas rodadas da Paraná Pesquisas, contudo, revela aumento da vantagem numérica de Pivetta também na hipótese de uma disputa direta.

Isso significa que sua recuperação eleitoral não aparece apenas na fragmentação do primeiro turno, mas também nas simulações que excluem os demais concorrentes.

Mato Grosso poderá ter segundo turno inédito para governador

Desde a implantação do atual sistema constitucional de dois turnos, em 1988, Mato Grosso nunca precisou realizar uma segunda votação para definir seu governador.

Em 1990, Jayme Campos venceu no primeiro turno. A sequência foi mantida por Dante de Oliveira, Blairo Maggi, Silval Barbosa, Pedro Taques e Mauro Mendes.

Em 2018, Mauro foi eleito com 58,69% dos votos válidos, derrotando Wellington Fagundes e Pedro Taques.

Quatro anos depois, conquistou a reeleição com 68,45%.

A possibilidade de segundo turno ganhou força durante agosto e setembro, quando as pesquisas apontavam maior equilíbrio entre Wellington e Pivetta, além do crescimento de Natasha.

O cenário da última semana, entretanto, modificou essa perspectiva.

Paraná Pesquisas, MT Dados e Veritá passaram a apresentar o atual governador próximo ou acima da maioria absoluta dos votos válidos estimados.

A diferença entre alcançar 49,9% e ultrapassar 50% será decisiva: no primeiro caso, haverá segundo turno; no segundo, a eleição terminará no domingo.

Por isso, mesmo diante da vantagem observada nos levantamentos mais recentes, a realização de uma nova votação não pode ser descartada antecipadamente.

Quem chega favorito ao governo de Mato Grosso?

Otaviano Pivetta encerra a campanha como favorito, considerando o conjunto dos levantamentos mais recentes.

Sua candidatura apresenta três movimentos eleitorais relevantes: superou numericamente Wellington na Quaest de setembro, ampliou a liderança nas últimas rodadas do Paraná Pesquisas e aparece próximo ou acima dos 50% dos votos válidos estimados em pesquisas divulgadas na reta final.

Wellington Fagundes permanece como principal adversário, mas não conseguiu preservar a vantagem registrada no início da campanha.

Natasha Slhessarenko ampliou sua presença eleitoral, alcançou dois dígitos e consolidou a terceira posição nos principais levantamentos, embora continue distante dos candidatos que disputam a liderança.

A candidatura governista também conta com uma estrutura política construída ao longo dos dois mandatos de Mauro Mendes e com a condição de Pivetta como atual chefe do Executivo estadual.

A avaliação final, entretanto, depende do resultado oficial.

Caso as pesquisas mais recentes sejam confirmadas, Pivetta terá condições de conquistar a reeleição no primeiro turno. Se não alcançar a maioria absoluta dos votos válidos, Mato Grosso poderá enfrentar, pela primeira vez sob o sistema eleitoral vigente, uma disputa de segundo turno para governador.

O estado possui 2.638.230 eleitores aptos a votar, conforme dados divulgados pela Justiça Eleitoral. A votação ocorrerá neste domingo (4), das 7h às 16h pelo horário local, equivalente às 8h às 17h em Brasília.

Nota metodológica: Esta análise considera levantamentos divulgados até 3 de outubro de 2026. As pesquisas de diferentes institutos foram apresentadas separadamente, com identificação das datas de coleta, margens de erro e registros eleitorais disponíveis. Os percentuais de votos válidos estimados não representam apuração oficial nem projeção própria do Diário Tocantinense.

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