Adolfo Amaro orienta juízes a manter até as 19h as seções que ainda estavam abertas no Tocantins

Adolfo Amaro orienta juízes a manter até as 19h as seções que ainda estavam abertas no Tocantins
Crédito: TRE/TO
Ricardo Fernandes AlmeidaPor Ricardo Fernandes Almeida 25 de outubro de 2026 13

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), desembargador Adolfo Amaro Mendes, comunicou às 18h deste domingo (25) a todos os juízes eleitorais do estado que cumprissem integralmente a decisão de manter em funcionamento, até as 19h, as seções eleitorais que ainda estivessem abertas.

Segundo nota da Justiça Eleitoral tocantinense, o tribunal tomou ciência, às 17h49, do ofício assinado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques. O documento comunicava a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a continuidade do recebimento de votos. A determinação alcançava as seções que permaneciam abertas. A comunicação não estabelecia a reabertura das urnas nas seções cujos trabalhos já haviam sido encerrados.

O TRE-TO informou que a maioria das seções do estado seguiu o cronograma regular e encerrou a votação às 17h, conforme o horário previsto no Calendário Eleitoral. De acordo com o tribunal, o pleito transcorreu dentro da normalidade ao longo do dia.

Na nota, a Justiça Eleitoral afirmou que não houve registro de intercorrências, falhas técnicas, filas atípicas ou outras situações que comprometessem o andamento da votação no Tocantins. Após a comunicação aos magistrados, as equipes do tribunal e os juízes eleitorais continuaram trabalhando no recebimento e no processamento das mídias das urnas eletrônicas e na totalização dos votos. Os procedimentos seguem as orientações estabelecidas pelo TSE.

O segundo turno no Tocantins define a disputa pelo governo estadual entre Professora Dorinha e Vicentinho Júnior, além da escolha presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro.

O TRE-TO informou que novos balanços sobre a totalização serão divulgados conforme as orientações da Corte Superior.

Notícias relacionadas