O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) discute novas regras para o uso da inteligência artificial nas eleições de 2026, com foco no combate a deepfakes e notícias falsas. O objetivo é definir mecanismos para identificar conteúdos manipulados e responsabilizar campanhas que utilizarem essa tecnologia de forma irregular. A discussão ocorre diante do avanço de ferramentas que permitem a criação de vídeos, áudios e imagens falsificadas com alto grau de realismo.
Enquanto no ambiente eleitoral a inteligência artificial levanta preocupações, em outros setores ela tem sido utilizada como ferramenta de inovação. No Tocantins, startups receberam incentivos para desenvolver projetos em agrotecnologia e biotecnologia. O financiamento busca apoiar soluções voltadas à produtividade no campo e ao desenvolvimento de pesquisas científicas. Entre as iniciativas, estão sistemas baseados em algoritmos para monitoramento agrícola e o uso de biotecnologia para aprimoramento genético de cultivos.
A automação também avança no agronegócio com a chegada de colheitadeiras autônomas ao cerrado tocantinense. Os equipamentos utilizam sensores e sistemas de navegação para operar sem condutores, automatizando o processo de colheita. Especialistas analisam os impactos dessa tecnologia na eficiência produtiva e nas demandas do mercado de trabalho rural.
No mercado de consumo, a tecnologia dos celulares dobráveis tem ganhado espaço. Fabricantes ampliaram a oferta desses dispositivos no Brasil, trazendo modelos com telas flexíveis. A adoção dessa tecnologia ainda enfrenta desafios relacionados a custo e durabilidade, fatores que influenciam a aceitação entre os consumidores.
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