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Cotação do dólar derruba preço da arroba do boi, mas queda não chega no bolso do consumidor

O aumento da oferta, com a proximidade da entressafra e a queda do dólar, passou a pressionar a margem das indústrias exportadoras, e encorparam a pressão de baixa fechando o último dia do mês.  

Em algumas importantes regiões, a Scot Consultoria detectou um novo recuo da arroba, como no caso do estado de São Paulo.

Em destaque, São Paulo teve referência para o macho terminado que atende o mercado interno e recuou R$9,00/@ desde a segunda-feira, 28,  já ocorrendo ofertas de compra a preços ainda menores. Com relação aos bovinos que atendem à demanda externa, em São Paulo o macho terminado com menos de trinta meses, que chegou a ser comercializado por R$355,00/@ no início de março, atualmente é negociado por R$340,00/@.

Segundo a Scot Consultoria, no fechamento semanal, considerando a média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados, as cotações recuaram 1,5%. Em março, as referências acumularam queda de 2,4% comparadas a fevereiro. 

“Esse cenário é explicado pela pressão de baixa no mercado do boi gordo, esfriando o mercado de reposição e abrindo espaço para um maior volume de tentativas de compras abaixo das referências, o que pressionou negativamente as cotações. No comparativo mensal, as quedas foram puxadas pelas fêmeas, que recuaram 2,8% na média de todas as categorias e estados monitorados. Do lado dos machos, a queda nas cotações foi de 2,1%”, afirma. 

Consumidor

Do lado varejista, apesar de se tratar de um período típico de menor consumo, com vendas mais lentas principalmente para a carne bovina, duas das quatro praças monitoradas registraram altas nas cotações. Movimento que se deve ao recebimento do Auxílio Brasil e vale alimentação.

De acordo com os dados, as altas foram de 0,4% em São Paulo e 0,9% no Rio de Janeiro. Paraná e Minas Gerais trabalharam com preços mais frouxos e caíram 0,7% e 0,3%, respectivamente. Já no mercado atacadista, o volume de vendas relativamente melhor para o abastecimento de supermercados e açougues sustentou os preços em patamares mais elevados.

No comparativo semanal, dos 22 cortes monitorados pela Scot Consultoria, 17 fecharam a semana com ajustes positivos. Na média dos cortes a alta foi de 0,6%, equilibrada por uma alta de 0,6% para os cortes do traseiro e 0,7% para os cortes do dianteiro. 

Os dados mostram que no fechamento do mês o kg de Acém era encontrado a R$ 23,87, seguido o Músculo a R$ 22,05 kg e o Coxão duro sendo vendido a R$ 30,03 kg. A queda do @ ocasionou um aumento de quase 3 pontos percentuais para a margem, obtendo 0,4 ponto percentual no bolso do consumidor.

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