Paes vê 1º turno ameaçado; RJ troca 127 urnas e muda votação de 670 mil eleitores
Ex-prefeito lidera com até 51% dos votos válidos, mas crescimento de Douglas Ruas pode levar disputa ao segundo turno; Senado tem empate entre Benedita, Jordy e Portinho
O Rio de Janeiro chega à tarde deste domingo (4), primeiro turno das Eleições 2026, diante de uma disputa pelo governo estadual que pode ser decidida por uma diferença de poucos pontos percentuais. Eduardo Paes (PSD), que liderou as pesquisas durante toda a campanha, aparece com 49% dos votos válidos estimados no último Datafolha, enquanto Douglas Ruas (PL) alcança 40% e tenta levar a eleição para o segundo turno.
Na Quaest, o cenário que desconsidera Anthony Garotinho (Republicanos) apresenta Paes com 51% e Ruas com 43%. A situação jurídica do ex-governador tornou-se um elemento central da disputa, depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que os votos destinados a ele sejam classificados como anulados sub judice, enquanto o julgamento definitivo de seu recurso permanece pendente.
Paralelamente à disputa política, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) registrou 127 urnas eletrônicas substituídas no primeiro balanço divulgado neste domingo. As ocorrências atingiram diferentes municípios, com maior concentração na capital e na Baixada Fluminense.
A eleição também ocorre sob um esquema especial de segurança. A Justiça Eleitoral modificou 277 locais de votação em relação ao pleito de 2024, medida que afeta aproximadamente 670 mil eleitores. Desse total, 72 locais foram alterados especificamente por questões de segurança relacionadas à atuação de organizações criminosas.
Com 12.857.000 eleitores aptos a votar, o Rio de Janeiro representa o terceiro maior colégio eleitoral brasileiro.
Além de presidente e governador, os fluminenses escolhem dois senadores, 46 deputados federais e 70 deputados estaduais.
A votação começou às 8h e prossegue até as 17h, quando terá início a divulgação dos resultados oficiais pela Justiça Eleitoral.
TRE-RJ registra 127 urnas substituídas e ocorrências em 20 municípios
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro apresentou, durante a manhã deste domingo, o primeiro levantamento sobre o funcionamento das urnas eletrônicas utilizadas no estado.
O balanço apontou 127 equipamentos substituídos, número equivalente a aproximadamente 0,29% do total de urnas utilizadas no processo eleitoral.
A capital fluminense concentrou a maior quantidade de ocorrências.
Na distribuição inicialmente divulgada, o município do Rio registrava 53 equipamentos substituídos, seguido por São João de Meriti, com oito, e Duque de Caxias, com seis. Nilópolis e Niterói apresentavam cinco substituições cada.
Uma atualização municipal divulgada até as 12h10 elevou para 57 o número de urnas trocadas na capital.
Entre os municípios com registros de problemas técnicos estão:
- Rio de Janeiro;
- Duque de Caxias;
- São João de Meriti;
- Nilópolis;
- Niterói;
- Nova Iguaçu;
- São Gonçalo;
- Maricá;
- Cabo Frio;
- Campos dos Goytacazes;
- Angra dos Reis;
- Barra Mansa;
- Itaboraí;
- Itaguaí;
- Magé;
- Mesquita;
- Nova Friburgo;
- Paraty;
- Casimiro de Abreu;
- Seropédica.
O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RJ, Michel Kovacs, explicou que as substituições fazem parte dos procedimentos de contingência previstos no planejamento da Justiça Eleitoral.
Segundo ele, problemas de inicialização, energia, tela e componentes internos podem ser identificados durante o transporte e a instalação dos equipamentos, mesmo após a realização dos testes preparatórios.
As equipes técnicas são responsáveis por substituir as máquinas e preservar a continuidade da votação.
O tribunal trabalha para manter o percentual de substituições abaixo de 1% do total de equipamentos utilizados.
Os dados ainda são parciais. O levantamento consolidado deverá ser divulgado após o encerramento da operação eleitoral.
Confira as informações oficiais do TRE-RJ.
Crime organizado provoca mudança em 72 locais de votação
Uma das particularidades da eleição fluminense envolve o planejamento de segurança adotado pela Justiça Eleitoral.
O TRE-RJ alterou 277 locais de votação em comparação com 2024, afetando aproximadamente 670 mil eleitores.
As mudanças ocorreram por diferentes razões, incluindo acessibilidade, problemas estruturais, fechamento de estabelecimentos e riscos à segurança pública.
Entretanto, 72 locais foram modificados especificamente por questões de segurança, com impacto estimado sobre 202 mil eleitores distribuídos por 20 municípios.
As decisões foram tomadas após análises do Grupo de Trabalho Unificado de Defesa da Integridade Eleitoral, formado por representantes da Justiça Eleitoral e dos setores de inteligência das forças de segurança.
O objetivo foi retirar seções de áreas consideradas de alto risco ou sob influência de organizações criminosas.
O planejamento considerou a presença de facções do tráfico de drogas, milícias e regiões suscetíveis a confrontos armados.
A medida também alcançou comunidades da capital, incluindo o Complexo da Maré, onde seis locais de votação foram transferidos.
As alterações foram anunciadas previamente pelo TRE-RJ. Não se tratam de mudanças determinadas neste domingo.
O presidente do tribunal, desembargador Claudio de Mello Tavares, orientou os eleitores a consultar o endereço atualizado antes de sair de casa.
A consulta pode ser realizada pelo aplicativo e-Título ou pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral.
Consulte a relação oficial dos locais de votação alterados no Rio de Janeiro.
Fiscal do PSD é conduzida à delegacia após filmar o próprio voto
Uma ocorrência relacionada à violação do sigilo do voto também foi registrada na manhã deste domingo.
Uma fiscal do Partido Social Democrático (PSD) foi conduzida à delegacia após utilizar o telefone celular para filmar o próprio voto dentro da cabine eleitoral.
O caso aconteceu na seção 30 da Escola Estadual Manoel Joaquim da Silva Pinto, no município de Cardoso Moreira, no Norte Fluminense.
A ocorrência foi acompanhada pelo juiz eleitoral Rodrigo Pinheiro Rebouças.
Segundo o TRE-RJ, o episódio foi encaminhado à autoridade policial para adoção das providências cabíveis.
A legislação eleitoral proíbe a utilização de telefones celulares, câmeras e equipamentos de gravação dentro da cabine.
A medida tem como finalidade proteger o sigilo do voto e impedir que imagens sejam utilizadas para comprovar escolhas eleitorais.
O eleitor pode utilizar o aplicativo e-Título para identificação, mas deve deixar o aparelho no local indicado pelos mesários antes de se dirigir à urna eletrônica.
O caso registrado em Cardoso Moreira não representa, por si só, condenação definitiva da envolvida.
Confira o comunicado oficial do TRE-RJ sobre a ocorrência.
Filas chegam a 1,5 quilômetro na Rocinha
O movimento nos locais de votação também foi intenso durante as primeiras horas deste domingo.
Na Rocinha, comunidade localizada na Zona Sul da capital, eleitores enfrentaram filas que se estenderam por aproximadamente 1,5 quilômetro.
O CIEP Ayrton Senna recebeu moradores da comunidade e eleitores de regiões próximas, como São Conrado, Gávea, Vidigal e Leblon.
Houve relatos de espera de até uma hora.
A Rocinha apresenta uma particularidade no mapa político fluminense. Nas eleições presidenciais de 2022, Lula recebeu 78,2% dos votos registrados no bairro, conforme os resultados divulgados pela Justiça Eleitoral.
O dado histórico, entretanto, não permite antecipar o comportamento do eleitorado em 2026.
Em outros locais de votação, as substituições de equipamentos também contribuíram para atrasos pontuais.
O TRE-RJ estima que o procedimento completo de votação, incluindo identificação e permanência diante da urna, dure aproximadamente um minuto e meio, sem considerar o tempo de espera na fila.
Como o eleitor precisa realizar seis escolhas neste primeiro turno, a Justiça Eleitoral recomenda levar uma lista de candidatos com os respectivos números anotados em papel.
Eduardo Paes pode vencer no primeiro turno?
A principal expectativa política para o encerramento da votação envolve a possibilidade de Eduardo Paes conquistar o Palácio Guanabara sem necessidade de segundo turno.
As duas últimas pesquisas divulgadas no sábado (3) colocaram o ex-prefeito na liderança, mas apresentaram resultados diferentes sobre a possibilidade de vitória imediata.
No Datafolha, Paes aparece com 49% dos votos válidos estimados no cenário sem Anthony Garotinho, contra 40% de Douglas Ruas.
A Quaest, considerando a mesma exclusão, aponta 51% para Paes e 43% para Ruas.
Veja a comparação:
| Candidato | Quaest | Datafolha |
|---|---|---|
| Eduardo Paes (PSD) | 51% | 49% |
| Douglas Ruas (PL) | 43% | 40% |
| William Siri (PSOL) | 3% | 4% |
| André Marinho (Novo) | 1% | 2% |
| Coronel Busnello (Missão) | 1% | 2% |
| Juliete (UP) | 1% | 1% |
| Cyro Garcia (PSTU) | 0% | 1% |
| Luan Monteiro (PCO) | 0% | 1% |
Percentuais de votos válidos estimados, conforme arredondamento divulgado pelos institutos, no cenário que desconsidera Garotinho.
A Quaest entrevistou presencialmente 3.204 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro. O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro RJ-03032/2026 no TSE.
O Datafolha ouviu 2.010 eleitores no mesmo período, com margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa está registrada sob o número RJ-01334/2026.
Os números mostram que a disputa pela maioria absoluta permanece aberta.
Na Quaest, Paes aparece numericamente acima dos 50% necessários para vencer no primeiro turno. No Datafolha, está abaixo desse patamar.
Consideradas as margens de erro e as diferenças metodológicas, nenhum dos levantamentos permite assegurar o resultado antes da apuração.
Para vencer neste domingo, um candidato precisa conquistar mais da metade dos votos válidos efetivamente contabilizados pela Justiça Eleitoral.
Caso isso não aconteça, os dois mais votados voltarão a se enfrentar em 25 de outubro.
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Douglas Ruas reduz vantagem de Paes e altera cenário da eleição
A evolução das pesquisas revela uma mudança na correlação de forças durante a campanha estadual.
Eduardo Paes iniciou a disputa com uma vantagem sobre Douglas Ruas, mas o candidato do PL ampliou suas intenções de voto durante setembro.
No Datafolha, considerando a série de votos totais que inclui Garotinho, Ruas passou de 19% em agosto para 34% na pesquisa divulgada em 3 de outubro.
Paes manteve 41% das intenções de voto totais na última rodada comparável.
A diferença entre os dois, que era de 22 pontos percentuais no início da campanha, caiu para sete pontos na véspera da votação.
O crescimento de Ruas ocorreu principalmente entre os eleitores identificados com o bolsonarismo.
Nesse segmento, segundo o Datafolha, o candidato do PL passou de 33% para 65% das intenções de voto totais ao longo da campanha.
No mesmo período, a preferência por Paes entre os eleitores bolsonaristas caiu de 27% para 15%.
Entre os entrevistados identificados como petistas, Paes mantém vantagem, com 72% das intenções declaradas, contra 6% de Ruas.
O ex-prefeito também lidera entre os eleitores que não se identificam com os dois principais campos políticos nacionais.
Os resultados mostram que a eleição fluminense passou a apresentar uma disputa entre dois candidatos com bases políticas distintas.
Paes procura reunir eleitores de diferentes correntes, enquanto Ruas concentra seu crescimento no campo associado a Jair e Flávio Bolsonaro.
A aproximação numérica não representa empate técnico automático, mas reduz a possibilidade de considerar a eleição resolvida antes da contagem dos votos.
Garotinho vota com candidatura indeferida; decisão do TSE pode alterar resultado
A situação jurídica de Anthony Garotinho tornou-se outro componente da disputa pelo governo estadual.
O ex-governador teve o registro de candidatura indeferido pelo TRE-RJ em setembro, em razão de uma condenação por ato doloso de improbidade administrativa.
A defesa recorreu da decisão.
Na sexta-feira (2), o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou que os votos eventualmente destinados ao candidato não sejam considerados válidos enquanto permanecer vigente o indeferimento.
Pela decisão, os votos devem ser classificados como anulados sub judice.
O nome de Garotinho, entretanto, continua aparecendo na urna eletrônica, porque a decisão sobre o registro ocorreu depois do fechamento do sistema utilizado nos equipamentos.
O julgamento definitivo do recurso ainda permanece pendente no TSE.
Garotinho compareceu às urnas durante a manhã deste domingo, no Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria, no bairro do Catete, na Zona Sul da capital.
Após votar, afirmou que sua defesa havia apresentado nova medida judicial para tentar assegurar a validade dos votos recebidos.
A controvérsia tem consequência direta sobre o cálculo da maioria absoluta.
Na pesquisa Quaest divulgada na véspera, Paes aparece com 49% dos votos válidos estimados no cenário que inclui Garotinho.
Quando o ex-governador é retirado da simulação, Paes alcança 51%.
A diferença demonstra por que a situação jurídica da candidatura passou a integrar o debate sobre uma eventual vitória no primeiro turno.
O resultado oficial deverá observar as decisões vigentes da Justiça Eleitoral e a votação efetivamente registrada.
Paes e Ruas votam e demonstram confiança no resultado
Os dois principais candidatos ao governo do Rio compareceram às urnas durante a manhã deste domingo.
Eduardo Paes (PSD) chegou por volta das 8h50 ao Gávea Golf Club, em São Conrado, na Zona Sul da capital.
O ex-prefeito estava acompanhado da mulher, dos filhos, da candidata a vice-governadora Jane Reis (MDB) e de aliados políticos, entre eles o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD).
Após votar, Paes demonstrou otimismo e procurou apresentar a disputa estadual como uma escolha entre a continuidade do grupo político que governou o estado nos últimos anos e uma mudança administrativa.
O candidato disputa o Palácio Guanabara pela terceira vez, depois das eleições de 2006 e 2018.
Douglas Ruas (PL) votou por volta das 10h30, no Instituto Cultural Amendoeira, em São Gonçalo, na Região Metropolitana.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) estava acompanhado da mulher e do filho.
Ruas também demonstrou confiança no resultado e manteve o discurso de que sua candidatura ganhou força durante a reta final da campanha.
O candidato participou ainda da movimentação política em torno do voto do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), que compareceu à Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.
Flávio recebeu o acompanhamento de aliados do PL, incluindo os candidatos ao Senado Carlos Jordy e Carlos Portinho.
A presença conjunta das lideranças reforçou a estratégia eleitoral organizada pela legenda no estado.
Senado tem empate entre Benedita, Carlos Jordy e Carlos Portinho
Enquanto a disputa pelo Executivo estadual se concentra em Paes e Ruas, a eleição para o Senado apresenta um cenário de indefinição entre três candidatos.
Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) chegam ao primeiro turno tecnicamente empatados na última pesquisa Quaest.
No levantamento de votos válidos estimados, Portinho aparece numericamente à frente, com 23%.
Jordy registra 22%, enquanto Benedita soma 21%.
O Datafolha divulgado no sábado apresenta outra configuração. Benedita lidera numericamente com 26%, seguida por Jordy, com 19%, e Portinho, com 18%.
Veja a comparação:
| Candidato | Quaest | Datafolha |
|---|---|---|
| Carlos Portinho (PL) | 23% | 18% |
| Carlos Jordy (PL) | 22% | 19% |
| Benedita da Silva (PT) | 21% | 26% |
| Pedro Paulo (PSD) | 13% | 13% |
| Marcelo Crivella (Republicanos) | 12% | 6% |
| Monica Benicio (PSOL) | 7% | 9% |
Percentuais de votos válidos estimados, consolidados a partir das duas escolhas para o Senado.
A margem de erro da Quaest é de dois pontos percentuais. No Datafolha, a margem específica para os votos válidos ao Senado é de três pontos percentuais.
Os números indicam que Benedita e os dois candidatos do PL ocupam as posições mais competitivas, mas não permitem antecipar quais nomes conquistarão as cadeiras.
A indefinição também aparece na pesquisa espontânea do Datafolha.
Quando os entrevistados precisam mencionar seus candidatos sem receber uma lista de nomes, 46% não conseguem indicar em quem pretendem votar.
A eleição para o Senado apresenta uma característica específica: cada eleitor pode escolher dois candidatos diferentes, e os dois votos possuem o mesmo peso na contagem final.
Não existe segundo turno para o cargo.
Os dois candidatos mais votados serão eleitos para mandatos de oito anos, de 2027 a 2035.
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A disputa pelas duas cadeiras fluminenses também integra uma estratégia nacional do Partido Liberal para ampliar sua representação no Congresso.
Carlos Jordy e Carlos Portinho receberam R$ 5,25 milhões cada do fundo eleitoral da legenda, conforme levantamento sobre os repasses partidários divulgado em 1º de outubro.
Somados, os recursos destinados às duas candidaturas alcançam R$ 10,5 milhões.
O investimento acompanha o objetivo do partido de transformar sua base eleitoral em maior representação parlamentar.
A movimentação ganhou importância adicional no Rio porque Flávio Bolsonaro decidiu disputar a Presidência da República, deixando de concorrer à renovação do mandato de senador conquistado em 2018.
A estratégia do PL envolve a apresentação conjunta de Jordy e Portinho, com pedidos de voto para os dois candidatos.
Na Quaest, a evolução das intenções de voto totais consolidadas mostra o crescimento da dupla durante setembro:
| Candidato | 8/9 | 23/9 | 29/9 | 3/10 |
|---|---|---|---|---|
| Benedita da Silva | 15% | 15% | 15% | 16% |
| Carlos Jordy | 6% | 10% | 15% | 17% |
| Carlos Portinho | 6% | 10% | 15% | 16% |
Os dados desta tabela consideram as intenções totais consolidadas, incluindo indecisos, brancos e nulos, e não devem ser confundidos com os percentuais de votos válidos.
O levantamento demonstra que Benedita preservou uma base relativamente estável de preferência declarada, enquanto os dois candidatos do PL ampliaram suas participações ao longo da campanha.
Entre 8 de setembro e 3 de outubro, Jordy apresentou crescimento numérico de 11 pontos percentuais. Portinho avançou dez pontos no mesmo período.
A evolução colocou os três candidatos em empate técnico na última pesquisa.
A definição das duas vagas dependerá da distribuição efetiva dos votos neste domingo.
TRE-RJ realiza auditoria em 43 urnas eletrônicas
A fiscalização do sistema eletrônico de votação também integra a operação eleitoral organizada no Rio de Janeiro.
O TRE-RJ selecionou 43 urnas para diferentes modalidades de auditoria, conforme cerimônia pública realizada no sábado (3), no Palácio da Democracia, sede do tribunal.
Do total, 33 equipamentos foram destinados aos testes de integridade, incluindo a modalidade com biometria.
Outras dez urnas foram selecionadas para o Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais.
A seleção contou com a participação de representantes de entidades fiscalizadoras.
A Defensoria Pública da União indicou diretamente a urna da seção 201 da 71ª Zona Eleitoral, em Niterói. Os